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7 conselhos sobre relacionamentos aos quais você nao deve dar ouvidos.

Os conselhos podem ter propósitos bem diferentes. Alguns são dados por pessoas próximas, cheias de boas intenções. Enquanto outros podem vir de gente invejosa, que na verdade não tem a menor vontade de te ajudar. Isso inclui aquelas recomendações supostamente úteis para salvar relacionamentos.

O Incrível.club resolveu averiguar que dicas devemos ignorar, com base em orientações de psicólogos e com o intuito de manter a saúde da união amorosa. Além disso, revelamos como identificar conselhos que podem levar direto ao abismo.


1. “Você precisa ficar com alguém de quem possa tirar proveito”


O desejo de receber algum benefício financeiro oriundo do relacionamento pode provocar um efeito colateral, fazendo com que você termine sozinho e envergonhado. De acordo com opiniões de psicólogos, benefícios desse tipo não podem ser motivos para que você termine ou comece uma história.

Você pode acabar destruindo um relacionamento no qual é feliz, ou ainda, entrar num namoro fadado ao fracasso.


2. “Mostre quem é que manda em casa! Não aceite receber ordens!”


Em primeiro lugar, todo mundo tem suas áreas de competência, e é normal que cada uma das pessoas envolvidas assuma a responsabilidade por algumas situações.

Em segundo lugar, apenas se houver um respeito mútuo, você será capaz de fortalecer o relacionamento.


3. “Exija romantismo!”


Psicólogos advertem que todo relacionamento passa por um período de intenso romantismo, mas que ele acaba. Os casais não ficam loucamente apaixonados para sempre. Isso acontece apenas nas histórias da Disney.

Por isso, não é certo exigir o prolongamento do período romântico. Cada etapa dos relacionamentos tem seus bons momentos.


4. “É melhor ficar calado do que discutir”


Psicólogos afirmam que, nos relacionamentos, é impossível evitar os conflitos. E é sempre melhor resolver os problemas na hora, já que eles podem ficar acumulados por trás do silêncio, até chegar o ponto em que irão explodir, destruindo a relação.

Por isso, resista à ideia de se colocar como vítima e de não expor ao parceiro ou parceira àquilo que incomoda;


5. “Leia as mensagens do outro, você tem o direito!”



Balela! Os psicólogos familiares consideram que os primeiros passos rumo à violência doméstica é a intervenção na vida privada do outro, os comportamentos abusivos, a leitura de conversas privadas e o rastreamento da localização.

A violência pode não ser apenas física, mas também psicológica. Por isso, deixe os conselhos desse tipo de lado e não permita que seu parceiro ou parceira seja vítima de ciúmes exagerados.


6. “Lembre que ele(a) ganha pouco”


Este conselho é ótimo se você quiser transformar um pequeno desentendimento numa enorme briga, já que todo casal é capaz de apontar defeitos mútuos.

Não é que os especialistas orientem que determinados assuntos não sejam discutidos a dois, mas também não vale a pena mencioná-los numa briga nem repeti-los diariamente, sempre que surgir a oportunidade.


7. “Veja como eu faço e aprenda!”


Mostrar seu próprio exemplo é uma estratégia indicada apenas na relação entre pais e filhos. Mas num relacionamento amoroso envolvendo duas pessoas maduras, é péssimo querer controlar o comportamento do outro.

Ao ter dificuldades em seu casamento, não tente copiar a vida de outras famílias. Mas isso não quer dizer que você não deva evitar os mesmos erros cometidos por terceiros.

Tudo fica mais claro do lado de dentro


Por que damos ouvidos a conselhos que não têm nada de positivos? É porque, no fundo, temos a certeza de que tudo fica mais claro quando observado de outro perspectiva, e que o observador pode encontrar uma solução para nossa situação.

Só que isso não passa de uma falsa sensação, já que os relacionamentos interpessoais possuem diferentes nuances, que só são conhecidos por quem conhece a situação por dentro. Assim, é sempre melhor ouvir seu próprio coração e sua própria mente.


Bônus: cruel, mas há quem acredite que é real

Fonte: Incrível.club – Facebook

 

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AMOR DE VERDADE A GENTE CONSERTA; NÃO JOGA FORA!

Considerado o “Poderoso Chefão” dos sentimentos, todo mundo quer encontrar o grande amor. Mas, ao mesmo tempo, ninguém quer dividir tristezas e desilusões, sentir as incansáveis dores físicas, passar por torturas psicológias ou ficar noites sem dormir. Ninguém quer ter que aguentar o outro de mau humor, suportar as diferenças, compartilhar e ceder.
As pessoas querem mesmo é viver apaixonadas, curtir aquele desejo e vontade de fazer sexo todas as noites, tomar sol em uma casa de veraneio na praia ao som dos pássaros cantando e viver o sonho da família Doriana. Por isso, os amores de hoje são tão descartáveis. A cada esquina se acha alguém para se apaixonar, mas ninguém para amar. Cadê as pessoas que estão dispostas a suportar, no dia a dia, as imperfeições e que estão afim a criar problemas e, depois, resolvê-los juntas?
Está tão clichê dizer eu te amo e fazer amor (que nem pode mais se chamar de amor), que andar de mãos dadas não reflete companheirismo e um elo, mas sim, só mais duas mãos e alguns passos, que podem seguir separados. O que mais me impressiona não é nem o fato do “felizes para sempre” estar quase que em extinção, mas a coragem que as pessoas têm de, quando não conseguirem fazer as coisas darem certo e enfrentarem dificuldades juntas, se consolarem com o simples “Não era pra ser…”. Porque afinal, a culpa toda é do destino.
Esses dias estava tentando resolver um cubo mágico e me irritei tão fácil que obviamente não cheguei nem na primeira lateral de cores. Fiquei pensando na quantidade de coisas na vida que deixamos passar por falta de força de vontade. Com o amor é assim. Não queremos unir o azul, o amarelo, o verde, o branco e o vermelho, queremos só o vermelho e pronto. Mas para tudo e todo tipo de amor, sejam entre homens e mulheres, amigos e familiares é preciso de uma união de cores, sentimentos e mais do que isso, paciência. Tudo precisa se encaixar no lugar certo. Só que nós precisamos fazer nossa parte para que isso aconteça. Tentar, quem sabe?
Muitas vezes nos contentamos em amar pela metade só porque achamos que felicidade é se manter apaixonado, sempre. Paixões são instantâneas. Isso vai e vem. São lindas, concordo, e fragmentos do amor, mas, meu caro, apesar de estourar fogos de artífico no seu estômago infelizmente não durarão por uma vida inteira.
Não é só somando alegrias e momentos bonitos que se ama, é no meio da turbulência que se descobre o verdadeiro amor. Tem uma frase de Clarisse que eu adoro que diz o seguinte: “Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.” E acho que isso resume tudo. Paixão e carinho caminham juntos, mas para amar precisa-se de muito mais.

FIQUE COM ALGUÉM QUE NÃO TENHA DÚVIDAS DE QUE TE AMA.

Um dia a gente percebe que amor tem que ser uma via de mão dupla. Amor tem que ser fácil, tem que ser bom, tem que ser complemento, tem que ser ajuda.
Amor que é luta é ego. Amor que rebaixa é dor. E então a gente aprende que amor que não é amor, não encaixa, não orna, não serve.
Fique com alguém que não tenha conversa mole e expresse o seu sentimento. Que não te enrole. Que não tenha meias palavras quanto ao sentimento. Que não dê desculpas. Que não bote barreiras no que deveria ser fácil e simples independente do que tenha acontecido.
Fique com alguém que saiba o que quer e que queira agora.
Fique com alguém que te assuma, que admite que não consegue viver sem você é que diz que fará feliz . Que ande com orgulho ao seu lado. Que te apresente aos pais, aos amigos, ao chefe, ao faxineiro da firma com orgulho. Que segure a sua mão ao andar na rua. Que não tenha medo de te olhar apaixonadamente na frente dos outros.
Fique com alguém que não se importe com os outros.
Fique com alguém que não deixe existir zonas nebulosas para que não ocorra uma busca externa pelo que teria que estar presente. Que apresente soluções antes mesmo dos questionamentos aparecerem. Que te peça desculpas se erra e principalmente admita o seu erro.
Fique com alguém que te ajude nos problemas, mesmo os mais simples como trocar uma lâmpada,  levar o carro no mecânico, te ajudar com uma dúvida.
Fique com alguém que esteja presente, que não te troque por amigos ou noite em bares e que sinta prazer em sentar no sofá em pleno sábado para te acompanhar em um filme ao invés de sair com amigos para uma balada.
Fique com alguém que te admira pelo que é e não pelo que você faz.
Fique com alguém que tenha um trabalho diferente do seu, para que suas conversas sejam admiradas e não discutidas.
Fique com alguém que cozinhe pra você, que te faça massagens e que te acompanha na consulta médica. Alguém que se preocupa em deitar ao seu lado até a dor aliviar te fazendo carinhos até você relaxar e dormir.
Fique com alguém que te cobre atenção e carinho quando você estiver distante ou ausente, pois esses se recebem retribuem da melhor forma.
Fique com alguém que saiba que para ser feliz, tem que deixar o passado e os erros passarem, pois a sua história é  mais forte.
Fique com alguém que só tenha interesse no futuro e que queira esse futuro com você.
Fique com alguém que te faça rir. Que te mostre que a vida pode ser leve mesmo em momentos duros. Que seja o seu refúgio em dias caóticos. Que seja principalmente parceiro em ideias,  desejos e projetos, alguém que pensa e deseja evoluir ao seu lado.
Fique com alguém que quando te abraça, o resto do mundo não importa mais.
Fique com alguém que te admira como mulher, que prefere estar sempre junto a você.  Que te faça sentir a pessoa mais especial do universo. Que seja família e valorize o estar junto.
Fique com alguém que dê sentido à todos os clichês apaixonados que busque você para fazer amor, que te cobre o olho no olho, que queira te beijar, te sentir.
Fique com alguém que não guarde mágoa de nenhuma natureza.
Fique com alguém que lembre do dia do seu aniversário e mesmo sem condições te presenteia até com uma flor ou um café da manhã simples na cama.
Fique com alguém que respeite os seus anseios,  respeite a sua dieta, respeite seu crescimento.
Fique com alguém que mesmo irritado ou brigando depois de 10 minutos tudo se foi e nada que aconteceu vira mágoa.
Fique com alguém que já te perdoou um dia, por algum deslize qualquer, mas te deu mais um voto de confiança porque te ama e acredita na felicidade que podem ter.
Fique com alguém que se preocupa com os seus familiares, mesmo que diga que não,  mas quando for necessário ele está lá presente e fiel.
Fique com alguém que faça planos, mesmo sem divulgar ou formatar, mas que está contando com você para essa realização. Que veja um futuro ao seu lado. Que te carregue para onde for.
Fique com alguém que te dê liberdade e respeita o seu espaço sem cobranças absurdas. Alguém que saiba que seu trabalho é importante e lhe apoie na continuidade, mesmo que exija sacrifício e distância entre vocês.
Fique com alguém que apesar de saber que consegue viver sem você, escolhe e quer viver com você.
Fique com alguém que saiba te valorizar, alguém que goste de você pelo que você é e que não dê brechas para o mal entendido. Que faça o que fala e fale o que faça.
Fique com alguém que te admire. Que te impulsiona pra frente. Que te apoie quando ninguém mais acreditar em você. Que re incentive a crescer e te ajude a transformar sonhos em realidade. Alguém que conhece os seus segredos e não os divulga, alguém que mesmo depois de você trair lhe deu uma nova chance, porque sabe que tudo pode mudar para melhor.
Fique com alguém que acredite que você é capaz de tudo aquilo que queira.
Fique com alguém que você não precise convencer de que você vale a pena. Que não tenha dúvidas.
Fique com alguém que te olhe da cabeça aos pés e saiba, sem hesitar, que é você e só você.
Fique com alguém que te faça olhar para trás e agradecer por não ter dado certo com ninguém antes. Fique com alguém que faça não existir mais ninguém depois.

Texto extraído do livro “Quem devo amar”.

Autora: Marina Barbieri

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Carta de uma psiquiatra sobre “50 tons de cinza”

Não há nada de cinza sobre os 50 tons de cinza. É tudo preto.

Deixe-me explicar.

Eu ajudo pessoas que estão quebradas por dentro. Ao contrário dos médicos que utilizam raios X ou exames de sangue para determinar por que alguém está com dor, as feridas que me interessam estão ocultas. Faço perguntas e ouço atentamente as respostas. É assim que eu descubro por que a pessoa na minha frente está “sangrando”.

Anos de escuta atenta me ensinaram muito. Uma coisa que eu aprendi é que os jovens são totalmente confusos sobre o amor – para achá-lo e mantê-lo. Eles fazem escolhas erradas e acabam sofrendo muito.

Eu não quero que você sofra como as pessoas que vejo em meu escritório, por isso estou avisando sobre um novo filme chamado Cinquenta Tons de Cinza. Mesmo se você não ver o filme, sua mensagem tóxica está se infiltrando na nossa cultura e poderia plantar ideias perigosas em sua cabeça.

Cinquenta Tons de Cinza está sendo lançado no Dia dos Namorados, então você vai pensar que é um romance, mas não caia nessa. O filme é realmente sobre uma relação doentia e perigosa, preenchido com abuso físico e emocional. Parece glamouroso, porque os atores são lindos, têm carros caros e aviões, e Beyonce está cantando. Você pode concluir que Christian e Ana são legais e que seu relacionamento é aceitável.

Não se permita ser manipulado! As pessoas por trás do filme só querem o seu dinheiro; eles não se preocupam nem um pouco com você ou seus sonhos.

Abuso não é glamouroso ou legal. Nunca é OK, sob quaisquer circunstâncias.

Isto é o que você precisa saber sobre Cinquenta Tons de Cinza: Christian Grey foi terrivelmente negligenciado quando era uma criança. Ele está confuso sobre o amor, porque ele nunca experimentou a coisa real. Em sua mente, o amor está emaranhado com sentimentos ruins como dor e o constrangimento. Christian gosta de machucar mulheres de formas bizarras. Anastasia é uma menina imatura que se apaixona pelos olhares e pela riqueza de Christian, e tolamente segue seus desejos.

No mundo real essa história iria acabar mal, com Christian na cadeia e Ana em um abrigo – ou morgue. Ou Christian continuaria batendo em Ana, e ela sofreria como nunca. De qualquer maneira, as suas vidas não seriam um conto de fadas. Confie em mim.

Como médica, estou lhe pedindo: não assista Cinquenta Tons de Cinza. Se informe, conheça os fatos e explique aos seus amigos por que eles não devem assitir também.

Aqui estão algumas das IDEIAS PERIGOSAS promovidas em Cinquenta Tons de Cinza:

1. As meninas querem caras como Christian: Grosseiro e que mande nela.

Não! Uma mulher psicologicamente saudável evita dor. Ela quer se sentir segura, respeitada e cuidada por um homem que ela pode confiar. Ela sonha com vestidos de casamento, não algemas.

2. Homens querem uma garota como Anastasia: Calma e insegura.

Errado. Um homem psicologicamente saudável quer uma mulher que sabe se defender por si mesma. Ele quer uma mulher que o corrija quando ele sair da linha.

3. Anastasia exerce livre escolha quando ela consente em ser machucada, então ninguém pode julgar a sua decisão.

Lógica falha. Claro, Anastasia tinha livre escolha – e ela escolheu mal. A decisão auto-destrutiva é uma má decisão.

4. Anastasia faz escolhas sobre Christian de forma racional e distante.

Duvidoso. Christian constantemente serve Anastasia com álcool, prejudicando seu julgamento. Além disso, Anastasia se torna sexualmente ativa com Christian – sua primeira experiência – logo após conhecê-lo. O sexo é uma experiência poderosa – particularmente na primeira vez. Finalmente, Christian manipula Anastasia para assinar um acordo que a proíbe de falar a alguém que ele é um abusador. Álcool, sexo e manipulação – dificilmente seriam os ingredientes de uma decisão racional.

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Manifesto contra relacionamentos sérios | Suspiros & Desatinos

Ansiedades de relacionamentos – Encarando o desconhecido

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Namoros podem alimentar as mais profundas ansiedades. Você se identifica com isso? Namoros, por si só, são situações em que duas pessoas ainda não apenas se comprometeram com uma relação permanente. Então, para muitas pessoas (se não for para a maioria delas), namoros são sinônimo de experiências de insegurança e, conseqüentemente, de ansiedade. A propaganda do popular livro de Joy Brown, Dating for dummies (Namoro para leigos), é: “Se você é jovem e ainda não namorou muito ou se é mais velho e está fora de circulação há tanto tempo que esqueceu como se paquera, namorar pode ser intimidador”. Inexperiência juvenil ou falta de prática recente, contudo, não são os problemas centrais da ansiedade nos relacionamentos. A chave está nas respostas a essas duas perguntas: “Ele(a) será bom(a) pra mim?” e “Serei bom(a) suficiente para que ela(e) me ame?”.

Ansiedade de receber

Eu acabei de conhecer uma cliente solteira que está vivenciando um tipo diferente de ansiedade. A pessoa com quem ela está saindo parece ter vontade e ser capaz de suprir suas necessidades mais profundas. Você deve estar pensando que ela está extasiada por finalmente ter encontrado o que ela esperava há tanto tempo. Contudo, para ela (e ela está longe de ser a única), esse reconhecimento de uma oportunidade excelente causa um medo de receber. Para ela e muitos outros, ter necessidades pode vir em conjunto com uma dor não prevista. “E se eu me acostumar com isso e ele me deixar? Eu ficaria devastada! É melhor não deixar isso acontecer”.

Freqüentemente, esse tipo de pessoa que sofre de medo de receber tem plena convicção de não ser “amável”. Ou que não são amáveis a menos que dêem, supram e cuidem da outra pessoa. Então quando alguém dá a eles, eles sentem que perderam o que têm de mais desejável neles mesmos.

Para dar mais um exemplo da ansiedade de receber, um homem, por exemplo, estava na casa de uma mulher e ela ofereceu a ele uma taça de vinho. Ele aceitou e após alguns segundos, vivenciou uma ansiedade aguda. Ele pensava consigo mesmo: “Depois, ela vai se ressentir de ter feito algo por mim e vai passar a me criticar”. Para ele, reconhecer sua ansiedade de receber foi certo progresso, porque antes ele simplesmente evitava mulheres generosas e gentis. Ele se sentia atraído por mulheres narcisistas que só se importavam com elas mesmas.

Outra mulher, ao perceber que o homem com quem estava saindo era seu par perfeito, convenceu-se de que devia ter alguma coisa errada. “É muito bom pra ser verdade, então provavelmente não é”, ela pensava. Falta de confiança nele foi sua primeira reação. Sua primeira atitude com relação a ele foi perguntar dele pra todo mundo, buscar seu nome no Google e prestar bastante atenção para prováveis passos em falso dele. Quando ele se atrasava cinco minutos ou tinha que adiar planos por causa do trabalho, ela imaginava que ele estava saindo com inúmeras outras mulheres.

O que faz a ansiedade de receber aparecer?

Uma idéia sobre a dinâmica da ansiedade de receber é que suprir necessidades atuais pode fazer com que a pessoa se sinta ameaçada de sentir o contraste da dor de ter suas necessidades passadas não supridas. Essa idéia é chamada “dor do contraste”. Satisfação atual relembra momentos de insatisfação passados.

Outra maneira de enxergar a ansiedade de receber é quando há a experiência de receber algo prontamente seguida pela rejeição desse algo que foi dado pela própria pessoa que o deu. Um exemplo é a mãe que compra roupas novas pra criança ir à escola ao mesmo tempo em que reclama que não sobra dinheiro suficiente para que ela possa comprar algo para ela mesma.

Para cada pessoa, as experiências passadas e as marcas deixadas por essas experiências são únicas. Mas eu vejo alguns padrões comuns que costumam ocorrer com relação à ansiedade de receber.
No exemplo citado acima, o que é que a criança deve sentir? Provavelmente culpa por estar privando a mãe de algo que ela deseja, vergonha por querer ou precisar de algo, talvez ressentimento por estar sendo agredido com a insensibilidade da mãe em perceber como essa rejeição vai afetar a criança. E quem sabe mais culpa e vergonha por se sentir ressentida e agonia por saber que não pode expressar seu ressentimento sem que isso cause rejeições futuras.

Outra situação pode ser um pai que dá mesada aos filhos ao mesmo tempo em que discursa que “dinheiro não dá em árvore” e “não espere nada de graça”. A criança enxerga esse ganhar dinheiro como uma acusação e se sente indigna. O problema com esse tipo de comunicação não são as lições sobre direito e valores. É o efeito de raiva e tristeza que o pai causa no filho ao dar algo a ele.

Em ambas as situações, a criança pode criar a idéia de que precisa ser independente, de que não pode precisar de nada, nem se submeter a ninguém. Mais tarde, receber pode causar vergonha por não ser independente.

O que se pode fazer com relação à ansiedade de receber?

1. Reconheça os sentimentos.

Boa parte de lidar com o medo de que a pessoa “é boa demais pra ser verdade” é reconhecer e dar nome às ansiedades, medos, preocupações e dúvidas. Simplesmente reconhecer os sentimentos ajuda a contê-los.

2. Aprenda com quais pensamentos e expectativas você preenche o espaço do desconhecido.

Outro passo é reconhecer que uma vez que namorar é lidar com o desconhecido, é útil conhecer seus próprios padrões de como lidar com o desconhecido.

3. Reconheça que, realmente, você não conhece o futuro.

Outra maneira simples, mas eficaz de aquietar sua ansiedade é adicionar “Mas eu realmente não sei” a cada pensamento que você tiver sobre o futuro. O “mas eu realmente não sei” desafia a aparente verdade de tudo que pensamos. Essa frase também é uma maneira de desafiar as crenças negativas por detrás da ansiedade. Repeti-la nos permite questionar idéias inflexíveis. Se repetida sempre, ela pode puxar o tapete de várias de nossas estimadas crenças. Nós não costumamos questionar nossas crenças. E como cada linha de pensamento tem alguma crença implícita, quando questionamos nossos pensamentos, questionamos essas crenças.

A prática de “não saber” como as coisas serão é diferente de confusão e dúvida. Confusões não são inteligentes: a pessoa confusa geralmente se sente perdida e à parte da vida. Com duvidas, a mente é contraída por hesitação e indecisão. Ambos estados emocionais tendem a obscurecer ao invés de esclarecer. Além disso, confusão e dúvida não são escolhidas, são automáticas. O “não saber” é uma escolha. E é feita para trazer paz.

4.Tente agir de forma a acreditar que tudo que você imagina vai dar certo e que você ficará bem, não importa o que aconteça.

Porque você vai ficar.

Espero que se você estiver preenchendo seus pensamentos sobre o futuro com idéias preocupantes, se parecer bom demais pra ser verdade, que você se conforte com a idéia humilhante de que você, eu, ou qualquer outra pessoa “realmente não sabe” o que está por vir.

São eles ou elas que não querem namorar?

Elas reclamam deles. Eles reclamam delas. Homens e mulheres parecem insatisfeitos com o nível de disponibilidade um do outro no que se refere a assumir um compromisso. Mas o fato é que – no final das contas – mais do que atitudes que não agradam ou expectativas diferentes, o problema entre eles e elas tem sido um desastroso equívoco na comunicação, ou na compreensão das manifestações afetivas.

Está claro que homens e mulheres têm alimentado falsas versões sobre como deveriam se comportar para atraírem um ao outro.
Pensam, inocentemente, que o ideal é mostrar algo do tipo “estou muito bem sozinho, obrigado!” ou “não preciso de você para ser feliz”. A intenção é parecer auto suficiente e independente, especialmente num primeiro momento.
Compreensível, me parece, já que o contrário realmente não seria eficiente:
mostrar-se demasiadamente ansioso para se comprometer, como se toda a possibilidade de ser feliz estivesse justamente na chegada de outra pessoa.

No entanto, o ideal certamente passeia entre esses dois cenários.
Ou seja, nem oito, nem oitenta. Os extremos só servem para estereotipar a questão – o que é uma grande cilada! Pessoas extremamente dependentes ou
independentes terminam, por fim, muito mais repelindo do que atraindo o outro. A ideia é, sem dúvida, encontrar o equilíbrio.Eis o segredo do sucesso:
interdependência! Algo como “estou bem sozinho, e espero que você também, mas talvez possamos nos sentir ainda melhores juntos!”.

Desse modo, pergunto: você realmente acredita que existem homens ou mulheres desejando sinceramente viver sozinhos? Pois posso apostar que aquele ou aquela que continua insistindo que não quer namorar, é porque tem um dentre dois motivos! Ou está morrendo de medo de assumir seus sentimentos e reconhecer que adoraria experimentar a intimidade e o amor… Ou simplesmente ainda não encontrou a pessoa que fez seu coração acelerar e sua respiração mudar de ritmo!

Nenhum ser humano livre, espontâneo, saudável e de bem com a vida e consigo mesmo – seja homem ou mulher – se recusaria a viver um romance estando diante de alguém que mexe com seus hormônios e faz suas pupilas dilatarem. Portanto, eles e elas querem, sim, namorar. E quando insistem em demonstrar algo diferente disso, talvez estejam apenas precisando ajustar, reconhecer e revelar a verdadeira razão.

Claro que, enquanto a “pessoa certa” não chega, o melhor é aproveitar a solteirice, se divertir, fazer amigos e sustentar a bandeira do “estou feliz sozinho”. Afinal, concordo com o velho e bom ditado que manda “antes só do que mal acompanhado”.
Porém, quem está sempre com alguém porque não agüenta a si mesmo ou quem está sempre sozinho porque não sabe como compartilhar sua história com outra pessoa precisa se rever o quanto antes. E não restam dúvidas de que tanto homens quanto mulheres podem estar ocupando esses lugares. Não se trata de uma questão de gênero, mas sim que uma questão humana.

Quando um não quer, dois não podem ser felizes

Para quem está de fora, é bem mais fácil perceber quando alguém está insistindo numa história que, muito provavelmente, não tem futuro. Mas para quem está envolvido diretamente nesta tal história, tentando simplesmente ser feliz no amor, parece que sempre vale a pena tentar mais uma vez.

Afinal, quase sempre o outro dá alguns sinais. Em geral, não são exatamente sinais verdes, mas amarelos, com certeza. Ou seja, deixa brechas que fazem com que a pessoa se encha de esperança, crie expectativas e fortaleça a ideia de que, quem sabe, talvez, se persistir mais um pouquinho, dê certo e engatem um encontro de verdade.

 Acontece que, entre uma esperança e outra, sempre vêm duas ou três frustrações, mais furos, mais desencontros, menos sintonia. E assim segue o ritmo desgastante e doloroso que só não vê quem não quer: quando um não está disponível, dois não podem viver uma história de amor!

Se você se identifica com algo parecido, se tem se sentido derrapando na estrada que acredita que te levará ao encontro da tão desejada felicidade, lembre-se do sábio dito popular: “para um bom entendedor, meia palavra basta”. Isto é, pare de dar “murro em ponta de faca”, reveja suas escolhas, olhe para a realidade tal qual ela se mostra e pare de viver de ilusões seguidas de desastrosas desilusões!

Você merece bem mais do que isso, mas só vai viver, de fato, algo que realmente te faça crescer e se sentir feliz quando acreditar nesta possibilidade e acender, você mesmo, todos os sinais vermelhos para esta história morna, sem intensidade, sem profundidade e sem coração na qual você vem insistindo em investir.

Em primeiro lugar, perdoe tudo isso, todo o seu passado e todo o seu presente. Compreenda que todos nós erramos para, então, finalmente, acertar! Agora, convicto do que quer, talvez você se dê conta de que a pessoa que está procurando, a que você realmente quer encontrar, não é esta com quem vem lutando e se machucando há tempos. A que você realmente merece encontrar é aquela que estará tão envolvida quanto você.

Sim, isso mesmo, você precisa de um novo amor, mas não de um amor que só existe no seu mundo ou nas suas expectativas vazias. A partir de hoje, portanto, vai investir na busca ou mesmo na espera (consciente e equilibrada) de um amor recíproco, intenso, inteiro, entregue, que esteja tão disposto quanto você a experimentar todos os sentimentos e a superar qualquer dificuldade.

Um relacionamento que lhe renda sonhos realizados, desejos vivenciados e uma história consistente entre duas pessoas que reconhecem que vale a pena insistir, sim, num amor, desde que os dois corações estejam seguindo o mesmo caminho, na mesma direção. E assim, quem sabe, você nunca mais se deixe consumir numa insistência masoquista, esvaziada de qualquer criatividade ou reciprocidade…

Isto é amar e ser livre. Amar e ser feliz!

Cuidado, infidelidade é detectada por software

Cuidado infiéis! A tecnologia não está ao seu favor. O inventor Huang Kuo-Tai,  de Taiwan, inventou um software capaz de identificar pessoas que não são fiéis  com seus parceiros

Cuidado infiéis! A tecnologia   não está ao seu favor. O inventor Huang Kuo-Tai, de Taiwan, inventou um software capaz de identificar pessoas que não são fiéis com seus  parceiros. O programa, segundo o inventor, detecta as possíveis traições através  do número de telefone e e-mails. Se o programa funciona bem ou não, ainda não  sabemos – e muitos também não querem saber- porém, a técnica de decifrar a e-mail  do parceiro parece eficaz.

O software possui a capacidade de revisar as mensagens via e-mail   como também chamadas telefônicas, e assim, detectar expressões normalmente  usadas por pessoas que mantém algum tipo de relacionamento como “eu te amo”, “liga mais tarde”, “não posso falar agora”, entre outras frases do  gênero.

Conforme Huang, “O melhor do programa é a análise das chamadas e a  detecção das que são suspeitas, por exemplo, as que superam os 20 minutos  disparam alerta”.

Para os interessados, o programa é gratuito, e o inventor está aperfeiçoando,  reunindo dados dos usuários antes de colocar o produto no mercado. Agora a má  notícia, o programa só está disponível em Taiwan. Ficamos na torcida que chegue  no Brasil também!

Fonte: Oficina da NET

Os sete erros dos relacionamentos.

Algumas atitudes impedem que você estabeleça um relacionamento, antes mesmo de conhecer alguém especial.

 Não há garantias no amor. O fato de estar num relacionamento amoroso, não significa saber tudo sobre o outro, ou estar no controle do rumo que a relação seguirá.

Como em tudo na vida, é preciso correr riscos. Quem não suportar a idéia de fluir a cada dia, com tranqüilidade em relação a imprevisibilidade do futuro, poderá ficar à margem da vida a dois.

Se você é do tipo que morre de medo de se envolver e de vir a sofrer depois, cuidado. Sem perceber, você pode estar colocando um imenso NÃO a sua frente, antes de dar um único passo.  Mais ainda. Em geral, quando as circunstâncias se repetem nos relacionamentos, o problema não é do outro.

Se isso tem acontecido com você, está na hora de parar com as lamentações e olhar de frente para o que está se passando.

Os relacionamentos que você tem com o outro, refletem o seu relacionamento com você mesmo.

 Somente um mergulho interno, com disposição para encarar a realidade, poderá colocá-lo frente a frente com as verdadeiras motivações que o levaram a escolher determinado tipo de pessoas.

Não se surpreenda com a idéia, pois mesmo quando não são conscientes, ainda assim são escolhas. Em vez de se recolher e desistir do amor,  busque o aprendizado que você necessita fazer.

Romance no escritório

Quando o bom senso vai para o espaço transformando o escritório em cenário de vida amorosa, o risco é grande. Romance e trabalho juntos podem se tornar uma mistura explosiva com conseqüências indesejáveis…

Karen Luchesi

Romance e trabalho juntos podem se tornar uma mistura explosiva com conseqüências indesejáveis.

Quando as emoções saem de controle e se perde a noção do bom senso, transformando o escritório em cenário de vida amorosa, o risco é grande.

Mas o que fazer quando aquela pessoa que faz o seu coração bater acelerado e transforma cada dia, num dia especial, trabalha na mesa ao lado?

Quando o objeto da sua paixão se encontra a poucos metros de você, as  oito horas de expediente se transformam em oito horas de emoção. A vida social e a vida profissional podem se misturar, seja pelo fato das pessoas passarem a maior parte de seu tempo nas empresas onde trabalham, ou porque não sobra muito tempo para se conhecer pessoas em outros lugares.

O fato é que se apaixonar por alguém com quem se trabalha torna-se cada vez mais comum.

A manipulação anda na contramão do amor

A pessoa manipuladora se fortalece enfraquecendo o ego de suas vítimas. Presa ao próprio egocentrismo, só interessa em satisfazer as próprias necessidades.

Como reconhecer o manipulador?

“A pessoa manipuladora é, antes de tudo, invisível”, diz a terapeuta comportamental e especialista em programação neurolingüística Isabelle Nazare-Aga. Segundo ela, só o tempo e a convivência permitem reconhecer o típico manipulador. Porém, com o hábito e a observação, torna-se possível identificá-lo, cada vez mais rapidamente.

A terapeuta concluiu em seu estudo que as características de manipuladores do sexo masculino e feminino são exatamente as mesmas. De acordo com as estatísticas, quase todo mundo já teve ou tem contato com, pelo menos, uma pessoa manipuladora durante a vida. “Com algumas exceções, o manipulador não tem consciência de suas atitudes devastadoras. O egocentrismo dele é tão forte, que é incapaz de perceber o que os outros sentem”, diz Isabelle.

Há aqueles que sabem o que estão fazendo e não abrem mão do comportamento manipulador.  Alimentam-se do seu narcisismo. “Aqueles que são conscientes e não querem mudar, beiram a perversidade”,  diz Isabelle.

De acordo com a psicóloga Aparecida Nogueira, no plano amoroso, a médio prazo, o tipo manipulador não consegue evitar conflitos no relacionamento. Discussões, em casa, e em público, clima ruim, tensão permanente entre o casal, brigas, separações, costumam marcar a vida da pessoa manipuladora.

Quando um relacionamento desse tipo acaba, geralmente, não há espaço para amizade. É que o ex-parceiro costuma sentir-se tão aliviado por ter conseguido se libertar da manipulação que não é capaz de manter bons sentimentos pelo ex-parceiro que o ignorou como pessoa.

Você sabe dar e respeitar os seus limites na relação?

Um relacionamento a dois para ser bom, precisa que cada um dos parceiros mantenha a própria individualidade. Amar não é sufocar, mas saber impor limites na relação.

Você não tem mais amigos só seus, não dá mais palpite, não vive, literalmente, sem a companhia do outro? Será que você é a pessoa do casal que cede o tempo inteiro?

Querer mudar essa situação já é um passo e tanto. Veja quais são suas prioridades . então identifique suas preferências e seus gostos.

Se você não vê a menor graça em almoçar com a sogra, por que não sugere um programa mais interessante?

 Reconheça e conquiste seu próprio limite. Nada mais estimulante para o outro do que uma pessoa que se gosta e que sabe das suas potencialidades.  Você se torna mais atraente para o outro.

Fale das suas vontades e do que incomoda você. Isso não quer dizer esperar que o outro realize todos os seus desejos da noite para o dia. Quer dizer, sim, para você dizer com todas as letras que tem desejos (ainda bem!).

Aceite o limite do outro, sem mágoas. Conquistar espaço é assim mesmo: um passo para frente e dois para trás.

Mentiras no relacionamento

Nada mais devastador para a relação amorosa do que a quebra da confiança. Aquele que mente, acaba com as chance de o amor dar certo.

A relação nunca mais será a mesma.

Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto.

Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas. E pior: como afirma a psicóloga e terapeuta sexual Iara Jukemura, do Núcleo de Psicoterapia Cognitiva de São Paulo, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.

“A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela”, diz Iara. Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais
fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa”, explica a psicóloga.

O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação, afirma Iara.

Os efeitos da mentira.

Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. “Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba”, afirma a psicóloga. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. “O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é,  verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira”.

Veja o que a mentira pode causar:

•    Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.

•    Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.

•    Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.

•    Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.

•    Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.

•    Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.

•    Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.

Quais são os sinais de uma traição?

Por mais que os traidores acreditem ser discretos e “silenciosos”, a maioria deixa diversas pistas que gritam na cara de seus parceiros que eles estão sendo traídos. Além dos sinais físicos (pistas materiais visíveis deixadas displicentemente pelos amantes mais descuidados), há os sinais psicológicos (as mudanças de comportamento que quem trai apresenta). Vamos a eles:

 

1. “Preciso de mais espaço”

Quando um dos parceiros alega precisar de mais “espaço pessoal” sem, depois de um bom tempo de relacionamento, nunca ter reclamado disso antes, é um mau sinal. Quem antes nunca precisou de mais espaço, muito provavelmente agora precisa pra ter mais tempo pra se encontrar com o/a amante sem a vigilância do(a) companheiro(a).

2. Cabelos, cabelos e mais cabelos

Essa é especialmente para as traídas. Como todas sabem, a maioria das mulheres perde uma quantidade muito grande de cabelos, que costumam se “instalar” em bancos de carros,  ralos de banheiros, sofás, jaquetas, casacos e blazers. O traidor mais esperto e atento costuma se livrar dessa evidência (cá entre nós, bastante tola), mas com o passar do tempo se esquece de realizar o ritual sagrado e acaba deixando passar alguma coisa.

3. “Comecei uma dieta monstro”

É comum que quem começa a trair seu parceiro passe a se preocupar mais com a aparência – afinal, ele(a) está passando novamente por aquela fase de sedução em que tem que constantemente conquistar e reconquistar quem ele(a) está levando pra cama. Dietas monstro inusitadas, idas mais freqüentes ao salão de beleza e horas intermináveis de exercícios na academia podem ser um indício de traição.

4. Reuniões intermináveis

Essa é uma desculpa clássica dada pelos traidores. “Tive reunião até tarde”. Sempre que as reuniões de trabalho do seu parceiro durarem mais que o habitual, desconfie.

5. Compromissos fora de hora

“Terei uma reunião de emergência”, “Preciso passar na casa da minha mãe”, “Tenho que levar o carro pra polir”, “Terei um chá só com as amigas” e por aí vai. Quando a pessoa começa a arrumar compromissos que não tinha antes em horas completamente aleatórias ou então demorar horas em coisas que normalmente levariam minutos, é bom ficar atento(a).

6. Não há mensagens recebidas

Muitos traidores, com medo de serem “traídos” pela tecnologia, apagam todas as mensagens de texto e ligações de seus celulares, bem como e-mails e qualquer outra pista virtual da traição. Se de repente as caixas de entrada e saída de e-mails e mensagens estiverem vazias e o celular não acusar ligações recebidas ou feitas, abra o olho.

7. “Estou ocupado”

Seu parceiro se tornou, de repente, o funcionário mais ocupado do escritório? Sua esposa ou namorada está sempre “ocupada” na rua e nunca pára em casa? Mesmo em casa, seu companheiro está sempre envolvido com outros assuntos e nunca tem tempo pra você? Fique esperto(a): ele(a) pode é estar ocupado(a) com algo muito mais  “interessante” do que você imagina.

8. Cansaço sexual

Ele(a) finalmente tem um tempo livre pra você, mas está sempre cansado(a), não tem mais o mesmo apetite sexual de antes e só quer saber de dormir e descansar. Em alguns casos, o oposto também ocorre: o traidor quer fazer sexo com o(a) companheiro(a) a toda hora, com medo de que seja descoberto.

9. Fim das DRs

Vocês nunca mais discutiram a relação. Do dia pra noite, tudo ficou um mar de rosas. Ela nunca mais propôs uma discussão, não se irrita mais com coisas pequenas e não briga mais pelas coisas que sempre brigou. Ele não mais se irrita com o comportamento chato dela, aceita tudo que ela diz passivamente e sem discutir e está mais amável do que o normal. Todas essas mudanças são sinal de uma possível traição. Afinal, ninguém muda de comportamento assim sem um motivo maior.

10. Agrados excessivos

Essa ataca especialmente os traidores da ala masculina. Muitos homens que traem suas parceiras sentem, sim, culpa por fazê-lo e tentam amenizar a situação fazendo agrados constantes, dando, por exemplo, presentes caros e inesperados.

11. Ciúmes demais

Chega a ser irônico, mas muitos traidores têm medo de serem traídos. Por isso, passam a ser muito mais ciumentos do que eram, tendo crises enormes por motivos banais.

12. Invisibilidade

Alguns traidores detêm esse poder. Tornam-se completamente invisíveis no planeta e é simplesmente impossível localizá-los. Ninguém sabe onde estão, com quem estão, eles não atendem o celular (isso quando o celular está ligado) e assim permanecem por horas seguidas.

13. Crítica a outros infiéis

Para fazer com que seu(sua) parceiro(a) não desconfie de seu desvio de conduta, o traidor passa a falar mal dos que praticam o que ele tanto tenta esconder, numa tentativa bastante hipócrita de mostrar que “ele(a) não é como os outros”.

14. Atraso em compromissos

Sempre que vocês tem um compromisso marcado, ele(a) começa a freqüentemente chegar atrasado. Onde será que ele(a) estava??

15. Distanciamento da família do parceiro

A maioria dos infiéis tende a se afastar do convívio com a família de seu(sua) parceiro(a). Além disso, é comum surgirem críticas até então inexistentes à sua mãe, seu pai, seus irmãos, etc.

*Todos os sinais aqui descritos foram baseados em relatos de traidores, de pessoas traídas e de detetives particulares especializados em adultério.

Relacionamentos entre pessoas de idades diferentes

Relacionamentos entre pessoas de idades diferentes são bastante comuns e corriqueiros. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre esse tipo de relacionamento. Será que dá certo? A diferença de idade não afeta em nada? Como será o sexo entre o casal? Quais problemas essa diferença de idade pode trazer?

São inúmeros os questionamentos a respeito do assunto. Por isso, separei algumas das dúvidas mais comuns e vou respondê-las a seguir.

É possível uma pessoa se apaixonar por outra bem mais velha ou bem mais nova?

Sim, é perfeitamente possível. Isso acontece porque amor e atração física são coisas distintas – apesar de muitas pessoas se confundirem bastante! É natural que as pessoas se sintam fisicamente mais atraídas por pessoas de sua geração, mas as pessoas não se apaixonam pelo físico da pessoa, mas pelo “conjunto da obra”, ou seja, pelo conjunto de características físicas e psicológicas que formam todo e qualquer ser humano. Uma pessoa bem mais velha ou bem mais nova pode perfeitamente apresentar as características psicológicas que mais atraem uma pessoa, assim como uma pessoa da mesma idade pode não apresentar tais características. Portanto, nem todo relacionamento entre pessoas de idades diferentes é por interesse ou qualquer outro motivo como esse, visto que é possível, sim, se apaixonar por alguém bem mais velho ou bem mais novo.

Como duas pessoas de idades diferentes podem se dar bem em um relacionamento?

É simples: basta que elas tenham uma idade mental aproximada e busquem pelas mesmas coisas. Há pessoas de 40, 50 anos que se comportam como verdadeiros adolescentes (você mesmo(a) deve conhecer alguém assim!), assim como há pessoas de 18, 19 anos que têm a maturidade de uma pessoa de 40 e por aí vai. Se a idade mental das pessoas for aproximada, a tendência é que elas se dêem muito bem. Da mesma forma, pessoas que têm ideais e objetivos comuns, independentemente de suas idades, tendem a ter um relacionamento muito saudável e feliz.

O que pode atrapalhar um relacionamento desse tipo?

A falta de maturidade de alguma ou ambas as partes, deixar-se abalar pelo preconceito da sociedade, não concordar nos objetivos e metas do próprio casal, acreditar que o relacionamento tem “prazo de validade” devido à diferença de idade, usar a diferença de idade de forma pejorativa e ofensiva durante alguma discussão, baixa auto-estima, falta de confiança um no outro e mais todas aquelas coisas que podem acabar com o relacionamento de qualquer casal (se quiser ler mais a respeito desse assunto, clique aqui).

Como é o sexo entre pessoas de idades muito diferentes?

Igual ao sexo entre qualquer casal: depende única e exclusivamente de como essas pessoas lidarão com o assunto. Se lidarem de forma “x”, o sexo será “x”; se lidarem de forma “y”, o sexo será “y” e por aí vai. Não é porque as idades são diferentes que os problemas ou os prazeres serão diferentes. Uma das coisas, aliás, bem positiva do sexo entre pessoas de idades diferentes é a aliança entre a experiência e a vivacidade. Enquanto um pode passar ao outro a experiência que adquiriu ao longo dos anos, o outro pode trazer explosão e ousadia às relações sexuais do casal. Ou seja: tem tudo pra dar certo.

Qual a coisa que mais pode minar um relacionamento desses?

Sem dúvida alguma, a família. Portanto, tenha plena certeza e convicção do que você quer em seu relacionamento e confie plenamente em seu(sua) parceiro(a) antes de se jogar de cabeça nesse mar de tubarões. A pressão familiar sempre é enorme e pode acabar com qualquer relacionamento em questão de segundos. Mantenha sua postura e suas convicções e não se deixe abalar por comentários maldosos, críticas e outros problemas que as famílias (dele(a) ou mesmo sua) apresentar.

O que fazer quando a família não aprova o relacionamento?

Provar que são todos preconceituosos e que estão redondamente enganados. Como? Sendo um casal exemplo de alegria, felicidade e simpatia, dando a eles o gostinho delicioso de quem vive sua vida da melhor maneira possível.

O que fazer no caso de uma das pessoas ter filhos de outro relacionamento?

Procurar se dar bem com o(a) filho(a) e não tentar competir com ele(a) nem ter ciúmes do(a) próprio(a) filho(a) ou da(a) ex de seu(sua) parceiro(a). Compreenda que você e o(a) filho(a) têm ambos um espacinho no coração da pessoa amada e que, portanto, não é necessário que você “roube” o espaço dele(a) pra você. Trate-o(a) como a uma pessoa de sua própria família, você verá que o carinho e a admiração de seu(sua) parceiro(a) por você só aumentará ainda mais.

Quando não dar prosseguimento à relação?

Quando ela foi apenas baseada na atração física (o que acontece com bastante freqüência). Se, após algum tempo, você perceber que falta alguma coisa ou que há coisas demais que você gostaria de mudar em seu(sua) parceiro(a), desista. A sintonia emocional não é forte o suficiente para que essa relação perdure e a probabilidade de vocês sofrerem mais além é muito grande – bem como a probabilidade de traição.

Razões para ter um relacionamento

É comum vermos as pessoas tirarem sarro de quem se comprometeu em um relacionamento sério com alguém. “Pôs a coleira”, “tirou o time de campo”, está preso(a)” e “coitado(a)” são apenas algumas das expressões usadas contra quem está em um relacionamento. Apesar disso, toda essa aversão popular aos relacionamentos duradouras é infundada. Nosso top 10 vai explicar porquê.

Veja as top 10 razões para ter um relacionamento.

1. Casamento e relacionamentos duradouros fazem você viver mais.

É isso mesmo. Inúmeras pesquisas comprovam que pessoas casadas tendem a viver mais que pessoas que passam a vida inteira sem um parceiro fixo. Quer ver um exemplo? Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia em 2006 apontou que os(as) solteiros(as) têm cinco vezes mais chances de morrer de doenças infecciosas, 40% mais chances de morrer de ataques cardíacos e duas vezes mais chances de morrer acidentalmente. Precisa dizer mais?

2. Quando se está num relacionamento, você não precisa encarar seus problemas sozinho.

Vai sempre ter alguém lá pra te dar suporte, carinho e ajudar no que for preciso. O que mais você pode querer?

3. Ter um relacionamento estável torna você mais “interessante” para o sexo oposto.

É muito interessante perceber como isso acontece especialmente com os homens. Homens comprometidos tendem a ser muito mais desejados que homens solteiros. Não se sabe bem o porquê, mas o fato é que você se torna mais interessante para o sexo oposto quando não está disponível. Isso não quer, absolutamente, dizer que você deva se relacionar com alguém só pra atrair outras pessoas. Use isso apenas como uma massagem no ego, afinal, quem não gosta de ser desejado(a)?

4. Relacionamentos estáveis aumentam seu poder de posse.

Sabe aquela TV de LCD 50 polegadas que você queria MUITO ter na sua casa? Então, se você estivesse num relacionamento estável, você provavelmente já a teria. Primeiro porque em um relacionamento estável as pessoas costumam dividir os custos, sobrando mais pra ambos. Segundo porque quando você têm um relacionamento assim, você tende a pensar mais no futuro e economizar mais para as coisas que são realmente importantes (carro, casa, etc.). Pessoas solteiras não costumam medir seus gastos e acabam gastando seu dinheiro com coisas supérfluas.

5. Casamentos e uniões estáveis garantem a você descontos em impostos e outros benefícios.

Além de você poder dividir os impostos da casa com seu(sua) parceiro, há descontos nos planos de saúde, seguros de carro e até pacotes especiais de viagens e outras modalidades de entretenimento para casais e famílias. Ou seja, ser casado(a) é financeiramente melhor.

6. Pessoas em relacionamentos estáveis são mais felizes.

Comprovado recentemente por um estudo de uma universidade da Austrália. Pessoas em relacionamentos duradouros são, em média, 135% mais felizes que pessoas solteiras. Que diferença, não?!

7. Relacionamentos estáveis são sinônimo de mais sexo.

Apesar de os solteiros gostarem de pensar que pessoas casadas fazem sexo só de vez em quando, todos os estudos realizados na área apontam na direção contrária. Estudos do Instituto Kinsey, por exemplo, mostram que enquanto 23% dos homens solteiros chega a passar um ano sem sexo, apenas 1% dos homens que têm um relacionamento estável sofrem desse problema. Da mesma forma, 19% das pessoas solteiras alegam fazer sexo de duas a três vezes por semana, contra 36% das pessoas com relacionamento estável. Só esse motivo já devia ser suficiente, não é mesmo?

8. Relacionamentos estáveis são sinônimo de sexo melhor.

Enquanto as pessoas solteiras costumam ter diversos parceiros sexuais e por vezes fazem sexo com eles apenas uma ou duas vezes na vida, pessoas em relacionamentos estáveis conhecem seus parceiros e têm bem mais tempo para inovar e experimentar coisas novas. Além disso, relacionamentos estáveis acabam se transformando em um laboratório de experiências sexuais, pois você aproveitará seu(sua) parceiro(a) de longa data e a intimidade que vocês já têm para fazer tudo que você pensou e até o que nunca pensou em fazer.

9. Em um relacionamento estável, você pode simplesmente ser você mesmo.

Sem medo algum de não agradar a outra pessoa. Ela já gosta de você pelo que você é, é o fim das pretensões. E se a pessoa que está com você vive insistindo pra que você mude sua personalidade, procure outra. A espontaneidade e a honestidade são base de qualquer relacionamento bem sucedido.

10. Fazer planos a dois é uma das melhores coisas do mundo.

É a mais pura verdade. Sentar juntos em um dia de chuva em frente à TV e simplesmente planejar o futuro é algo impagável que só que tem um relacionamento estável pode desfrutar.

Homens e mulheres encontram motivações diferentes para morar junto

Morar com o parceiro sem casar tem se tornado cada vez mais comum. Mas os motivos que levam homens e mulheres a escolherem essa opção no lugar do tradicional casamento ou de continuarem a relação em casas separadas são diferentes.

Estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostra que as três razões principais para divisão do mesmo teto são a vontade de passar mais tempo com o parceiro, a divisão dos encargos financeiros e um teste de compatibilidade entre os dois. As mulheres citaram o amor como um dos motivadores três vezes mais que os homens, que, por sua vez, falaram quatro vezes mais que o sexo foi um dos fatores que influenciaram sua decisão.

Ambos vêem a coabitação como um estágio para medir a compatibilidade do casal, mas quando questionados sobre as desvantagens do morar junto as respostas foram diferentes. Os homens citaram a perda da liberdade como principal desvantagem, já as mulheres apontaram o fato de que a prática tem menores compromisso e legitimidade do que o casamento.

Os pesquisadores acreditam que a prática tende a aumentar, já que “viver junto é tido como algo natural. Por isso, a escalada ascendente da proporção de jovens adultos que moram junto provavelmente vai continuar durante algum tempo”, afirmam.

 

Fonte: Blog BoaSaúde

O que não conversar num primeiro encontro.

O que não conversar num primeiro encontro

 Muito bem, você já andava de olho nessa pessoa há algum tempo, o clima entre vocês é dos mais promissores e você finalmente conseguiu fisgar o peixe e vai sair com ele(a) em breve. Nessa hora, muitas dúvidas vêm à cabeça: “O que devo vestir?”, “O que devo falar?”, “Que perfume será que uso?”, “Será que vamos nos dar bem?”, entre mil outras coisas.

 Pois bem, há, sim, certas regras de etiqueta que devem ser seguidas durante um primeiro encontro com alguém. Hoje, trataremos de algo que é absolutamente fundamental num bom relacionamento: o papo.

 Se você teve a oportunidade de ler os manuais da mulher e do homem bons de cama que Julia Jones e Jason Garcia escreveram, com certeza sabe que o papo é um dos fatores mais fundamentais das pessoas bem sucedidas no campo amoroso. Para que o papo de vocês flua com naturalidade e sem maiores problemas, vamos citar alguns assuntos “proibidos” num primeiro encontro romântico.

 Anote aí:

1. Casamento

 Tudo bem que você esteja louco(a) pra casar, ter sua casa, sua família, seu cachorro e tudo mais, mas nunca, jamais mencione isso num primeiro encontro. Primeiro porque você pode fazer com que a pessoa com quem você está se assuste e saia correndo na direção oposta à que você queria. E segundo porque você vai passar recibo de desesperado(a) e ninguém quer uma pessoa assim ao seu lado.

 2. Fazer críticas a outras pessoas

 Não importa se a mulher que entrou no restaurante pesa uns 200 quilos e está com um vestido vermelho curto e justo, digno de rainha de bateria de escola de samba. Não importa se o cara que está no bar está lá há quase uma hora sozinho conversando com o próprio copo. Não importa se o casal da mesa ao lado está na maior exibição de amor público, deixando todo mundo desconfortável. O seu foco está ali, na sua frente, na pessoa que está com você. Se você começar a reparar em tudo que acontece à sua volta, ele(a) vai achar que você não está dando a devida atenção a ele(a) ou que o encontro de vocês está tão chato que você precisa se focar em outros “atrativos”. Além disso, começar mostrando seu lado crítico logo de cara pode fazer com que você seja visto(a) como uma pessoa extremamente chata.

 3. Problemas pessoais

 Você está ali pra conhecer uma pessoa nova e mostrar a ela o melhor de si. Está ali para se divertir e relaxar e não pra descarregar na outra pessoa todo stress da semana. Lembre-se que

você está ali com um(a) futuro(a) “pretendente” e não com seu psicólogo.

 4. Relacionamentos anteriores

 Ele(a) não está interessado em saber como seu(sua) ex era chato(a), sem graça e te machucou um monte. Muito menos em como ele(a) era lindo(a), querido(a) e inteligente e em como você sente falta dele(a). Se ele(a) é a bola da vez, é nele(a) que você deve prestar atenção, é suas qualidades que você deve perceber e valorizar, não as de seu(sua) ex.

 5. Situação financeira

 Existem poucas coisas mais chatas que isso. É importante, sim, você perguntar a respeito da profissão e da carreira do outro, mas evite entrar no assunto “ganhos”. Muitas pessoas se sentem bastante desconfortáveis com isso e você ainda corre o risco de parecer um(a) interesseiro(a) de carteirinha.

Ele é comprometido! Como é ficar entre o sabor do proibido e o amargo da enrolação? Parte 2

A vida paralela pode até parecer um conto de fadas repleto de mocinhos e princesas, mas quem garante o “felizes para sempre”? É claro que toda relação requer uma pitada de sonhos e loucuras, mas o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr. explica que o comportamento baseado exclusivamente nas emoções é irracional e sem metas. “A consequência pode vir a ser algo ruim, negativo e que faz sofrer”, afirma.

Um relacionamento desse peso, segundo a educadora sexual Maria Helena Vilela, é muito prejudicial para a mulher, porque, ao se submeter aos caprichos do homem comprometido, que já está com a sua vida toda estruturada, mais do que a liberdade, ela acaba perdendo a individualidade. “Perde-se o controle da relação e da própria vida, porque acabamos nos tornando vulneráveis às vontades e horários do parceiro comprometido”. Oswaldo Rodrigues Jr. complementa: “O relacionamento, na verdade, é vivido apenas parcialmente por ambos”.

“Passei a me questionar como aquela mulher maravilhosa, por quem eu estava apaixonado, podia ser tão perfeita se ela traía o marido”

Ou seja, não tem como uma relação dessas ser saudável. Valéria Dias, 26 anos, médica, viveu um ano com um homem casado, mas nunca se deixou levar pelas histórias e caprichos do rapaz. “Nunca deixei de sair com outros caras, porque me via no direito. Mas logo ele, casado, não gostava, pode?”, comenta. “Teve um momento em que acreditei que ele ia deixar a mulher para ficar comigo, mas quando percebi que daquele mato não ia sair coelho, resolvi cair fora. E até hoje estou aprendendo a viver sem ele, porque foi o meu grande amor”, confessa.

TESTE: ELE ESTÁ A FIM DE VOCÊ?

Valéria percebeu que já fez tudo que tinha que ter feito para se tornar “a única” e, esgotadas as possibilidades, terminou o namoro. “Cansei de ser enrolada”, afirma. E garante: “Depois que terminei, vi que ele é uma ótima pessoa como amante, mas como marido é péssimo. Ele passava dias comigo e deixava a mulher sozinha, em casa, com a filha”. O publicitário João Viana também viveu o mesmo dilema: “Passei a me questionar como aquela mulher maravilhosa, por quem eu estava apaixonado, podia ser tão perfeita se ela traía o marido”, conta.

Virando o jogo

O fato é que algumas pessoas buscam apenas os relacionamentos que mostrem que elas não são merecedoras da felicidade. “É preciso trabalhar a autoestima para que a pessoa perceba que pode ter muito mais e ser muito mais feliz”, aconselha o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr. Não vale a pena passar a vida inteira à sombra de um homem. “Se o homem tem a amante como objeto de decoração, apenas para se autoafirmar, ele certamente vai largá-la se ela se tornar sua única mulher, porque vai enjoar”, afirma Maria Helena Vilela. A própria Renata Souza, apesar de acreditar, no fundo, que um dia pode se tornar a esposa, procura não se iludir. “Acho que se eu casasse com ele, com certeza passaria por todos os estágios do casamento, inclusive o desgaste”.

Maria Helena Vilela frisa que, às vezes, a mulher confunde atração sexual com amor e esse nobre sentimento se torna justificativa para tudo. “É preciso que a mulher tenha muita consciência do que realmente sente. Porque, afinal, a sociedade sempre está do lado da esposa”, alerta a educadora. “E não adianta, alguém sempre vai acabar se machucando. Relacionamento é isso, seja a dois ou a três”, completa.

Oswaldo Rodrigues Jr. atenta que entregar a vida nas mãos de alguém comprometido pode significar falta de amor próprio. Afinal, achamos normal sermos os segundos da fila, não sermos prioridade e, mais, podemos até achar que somos incapazes de despertar sentimentos como o amor.

Para quem vive em compasso de espera, Oswaldo Rodrigues Jr. tem um conselho: “Colocar-se na condição de esperar que o outro saia de um relacionamento é colocar o poder de decisão na mão dele. E quem precisa tomar essa decisão de dar um basta ou não à situação é você”, finaliza.

 

Ele é comprometido! Como é ficar entre o sabor do proibido e o amargo da enrolação? Parte 1

O amor não escolhe hora, lugar ou coração. De repente, ele cruza com você ali, na esquina. Mãos geladas, olhos nos olhos, palpitação… Mas era bom demais para ser verdade: ele é comprometido. Diante da verdade, o chão abre embaixo dos seus pés. Você tenta se esquivar, enganar seus sentimentos, mas não tem jeito. O cupido foi certeiro, fazer o quê?, você se apaixonou por um homem que já é de outra. E agora?

Aventuras, jogos e conquista

Está certo, se não ele não ostenta uma aliança no dedo, não dá para adivinhar se está ou não disponível. Mas mesmo depois da certeza, muita gente deixa o coração falar mais alto do que a razão. Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr., as pessoas mais vulneráveis a esse tipo de relação são aquelas que valorizam as emoções e as aventuras. E como negar a excitação, mesmo que inconsciente, de viver o desafio do romance proibido? O jogo da conquista do “impossível” é um teste de sedução que se dá a cada beijo, a cada gesto. E, para algumas pessoas, é impossível ficar de fora.

“Procuro dar a ele tudo o que a esposa não dá: sexo, beijos, carinho e a minha juventude”

João Viana, 30 anos, publicitário, se envolveu com uma mulher comprometida e conta que os dois se conheceram no trabalho. Entre uma carona e outra, uma cervejinha aqui e outra ali, ficaram íntimos e pronto: rolou. “Foi um relacionamento de sete meses e, para conquistá-la, eu era capaz de tudo. Mas tinha na cabeça que o essencial era uma boa transa”, revela. Quando se envolveu com uma mulher comprometida pela segunda vez, fazia de tudo para nutrir a imagem de príncipe encantado que ela tinha dele. “Eu vestia, de verdade, a camisa do “outro” na relação. Não podia ser eu mesmo, porque o amante precisa focar só no prazer, mas era como se eu me forçasse a gostar daquilo, porque sei que proporcionava a ela momentos muito mágicos e a mim também”, diz.

TESTE: O QUE ELE QUER DE VOCÊ?

Renata Souza, 38 anos, fonoaudióloga, também aposta na sua jovialidade e sexualidade à flor da pele para cativar o homem 27 anos mais velho, casado há 34 anos, por quem se apaixonou loucamente e com quem se relaciona há quatro anos. “É tudo que tenho a oferecer para ele, porque sei que ele gosta muito da mulher, mas como amiga, nada mais. Procuro dar a ele tudo o que a esposa não dá: sexo, beijos, carinho e a minha juventude”, afirma.

Vivendo perigosamente

Para quem vive um relacionamento desses, às escondidas, os riscos envolvidos podem levar à loucura do prazer ou da insanidade. “Quando comecei a me relacionar com a Ana, casada, tentávamos nos afastar, mas cada momento que passávamos juntos era maravilhoso, porque era como se fosse o último”, conta João Viana. Para ele, o proibido tem muito mais sabor, porque tem o gostinho da fantasia.

Já Renata chega às raias da loucura – e da mentira – para sustentar a relação. “Não tenho coragem de confessar para todos os meus amigos que vivo como amante de alguém e cheguei até a inventar um personagem, o Cláudio, para despistar – um namorado que trabalha muito e quase não tem tempo de me ver”, conta. De fato, seu namorado vive mais em função da família e Renata acaba ficando em segundo plano, mas não consegue pensar e nem ficar com nenhum outro homem que não seja ele. Os amigos, claro, estranhavam sua solteirice. Daí que surgiu o Cláudio.

Renata Souza confessa que perdeu sua liberdade e seus sonhos. “Adoro sair para passear, mas tenho medo de nos pegarem juntos e penso muito bem antes de falar qualquer coisa, para não entregar os pontos”, angustia-se. Fora o julgamento: Renata se sente muito julgada por aqueles que conhecem toda a história. “Ia ser madrinha de casamento de uma amiga e fui desconvidada pelo noivo, que não queria uma “amante” na festa. Isso me magoou muito”, diz. E completa: “Mas não fisguei o “Cláudio” de propósito, foi paixão. E por ele abro mão de tudo, como já abri de ser mãe”.

Elaconta, ainda, que o amante nunca escondeu que era casado. “Fui eu que me insinuei, mesmo vendo a aliança na mão esquerda, mas pago um preço por isso: ele não está sempre do meu lado quando preciso”, desabafa. “O mais duro para mim foi o dia em que ele teve que me deixar para passar o carnaval com a família e eu acabei o encontrando, sem querer, no meio da folia, mas sem ser percebida. Fiquei muito triste ao vê-lo com a esposa”, lembra. “Mas prefiro ter metade dele a não ter nada”, afirma.

 

Como transformar amigo(a) em namorado(a)

Muitos de nós já passaram pela situação chata de ser apaixonado por uma pessoa e ela só querer nossa amizade. Várias alegam não querer nada além disso justamente para não “estragar a amizade”. Aí você fica triste, bravo, tenta se contentar com o posto de amigo(a), mas só acaba frustrado. E aí? Vai continuar nessa frustração ou fazer algo de verdade pra virar a situação a seu favor? Sim, tem como. E é para isso que estou aqui, para ensiná-lo!

Em primeiro lugar, é comum que amigos assim se comuniquem com freqüência. Pois está na hora de dar uma diminuída nessa comunicação toda. Passe a ligar menos para essa pessoa, a procurá-la com menor freqüência. O propósito disso? Fazer com que a pessoa pare de olhar para você com olhos de amigo(a), aquele cara que está sempre lá, querido e legal, disposto a fazer todas as suas vontades. Ela deve olhar para você da mesma maneira que olha para as pessoas com quem ela vislumbra algo sexual, algum relacionamento, e isso não vai acontecer se ela continuar te vendo como o(a) amigo(a) irmãzinho(irmãzinha) querido(a) dela. Além disso, você também alimentará saudades nessa pessoa, que vai sentir falta dos momentos legais que vocês costumavam passar juntos.

Passe, também, a se relacionar com outras pessoas. Saia, beije, namore, transe… Faça tudo que tem direito. Às vezes, os(as) amigos(as) pensam que somos seres assexuados e, por isso, não sentem atração sexual nenhuma por nós. Você precisa mudar esse pensamento, mostrando que você é alguém perfeitamente namorável e mais: que você é um(a) ótimo(a) namorado(a). Preste atenção nas reclamações que seu(sua) amigo(a) faz da(o) próprio(a) namorada(o) e aja com os seus affairs exatamente como ele(a) gostaria de ser tratado(a). Crie nele(a) a idéia de que gostaria de ter alguém exatamente como você ao seu lado.

Não se exponha demais, é importante, sim, que a pessoa saiba que você gosta dela e que adoraria ter um relacionamento amoroso com ela, mas cuidado pra não fazer papel de cachorro sem dono. Carência demais assusta qualquer um e ninguém gosta de uma pessoa insegura. Lembre-se de manter a autoconfiança e uma boa auto-estima. Se você não gostar de si próprio em primeiro lugar, ninguém mais vai gostar, nem essa pessoa especial.

Por fim, não force nada, não tente forçar um beijo nem pressione a pessoa a gostar de você na marra. Além de assustá-la, você muito provavelmente a afastará de você – e essa é a última coisa que você quer! Quando chegar a hora de você se aproximar um pouco mais, tentar pegar em sua mão, passar a mão em seu rosto, acariciar seus cabelos, etc., faça-o sem pressa e sem afobação. Dependendo da reação da pessoa, você segue adiante ou recua um pouco. Tudo tem seu tempo, respeite isso.

Tratar a pessoa com carinho, mostrar a ela que você é uma ótima pessoa para ter um relacionamento, fazê-la sentir saudades de você e criar nela esse desejo de vê-lo(a) sempre mais é a receita. Cabe a você testá-la e ver se o resultado final é satisfatório ou não. Se não for, prepare-se para mudar o sentido das velas e seguir com seu barco em outra direção. Às vezes, essa é a melhor coisa a se fazer. Preserve-se acima de tudo.

 

Conhecendo alguém pela internet

 

A internet certamente tornou nossas vidas muito mais práticas e rápidas. Desde compras de roupas e remédios até pagamentos de contas e pesquisas, a rede está repleta de ferramentas das mais úteis possíveis. Uma dessas comodidades está nos chats e sites de relacionamento, onde você pode conhecer pessoas interessantíssimas. Contudo, é preciso primeiro ter algumas coisinhas em mente e lembrar-se sempre delas quando for procurar por um parceiro online.

O primeiro passo é procurar por um site bom e confiável. Certifique-se de que o site se preocupa com o linguajar utilizado e de que os perfis dos participantes não são absurdos (por exemplo, alguém dizendo ser cientista da NASA!), pois estes provavelmente são fakes. Procure nos mecanismos de busca os resultados mais relevantes e vasculhe um deles para ver se se trata de algo bacana ou não. No Brasil, o site mais famoso é o Par Perfeito.

Seja sincero. Diga o que você está procurando (e tudo bem se for apenas sexo, tem várias pessoas ali procurando o mesmo que você!), deixe claras as suas intenções e, especialmente, não minta para agradar a pessoa. JAMAIS minta. Ao mesmo tempo, seja honesto quanto ao que você espera da pessoa que procura. Quando mais específico você for, melhor.
Uma parte muito importante de se arranjar um affair online é trocar fotos antes de vocês se encontrarem. É claro que há a chance de você não se sentir atraído pela pessoa, mas vai esperar até a hora do encontro para descobrir isso? Mais uma vez, nada de mandar fotos suas de quando você estava 20kgs mais magro ou foto da sua irmã gostosa. Mesmo porque, se você pretende realmente encontrar a pessoa no futuro, de nada adiantará esconder sua aparência.

Outra parte importantíssima mas que muitas pessoas sequer pensam em fazer é travar um “acordo de desistência” com a pessoa. Acordem entre vocês antes de se encontrarem que se, por qualquer motivo, um dos dois não quiser mais ver o outro, ninguém ficará triste, ressentido, nem vai aprontar escândalo ou dar “piti”. Vocês devem ser maduros o suficiente para entenderem que as expectativas que cada um criou sobre o outro podem, sim, estar completamente erradas e que não é porque vocês passaram meses conversando pela internet que estão fadados a suportarem um ao outro mesmo não sendo nada daquilo que você esperava.

Por fim, marquem um encontro em um local público. Essa é uma medida de segurança básica mas extremamente necessária. Um shopping, um bar, um parque, qualquer lugar onde haja mais pessoas. Lembre-se de que por mais que você tenha sido sincero(a), a outra pessoa pode não ter sido e você pode cair numa enrascada das brabas.

Conhecer pessoas novas é sempre excitante e divertido e se você tomar as precauções necessárias, pode, sim, dar certo. Por que não arriscar?

 

10 maneiras de manter um relacionamento saudável

 

Estar em um relacionamento às vezes pode parecer mais trabalhoso do que divertido e há dias em que os pontos negativos superam os positivos. Mas a parte mais importante de um relacionamento está justamente em saber superar essas dificuldades sem se abater. Discussões são inevitáveis, mas não é só porque você e seu(sua) companheiro(a) se desentenderam que o amor acabou ou que não tem conserto.

Baseando-nos nos conselhos de alguns experts em relacionamentos, separamos dez maneiras de você manter um relacionamento saudável com a pessoa de quem você gosta.

1- Aprenda a discutir.

Quando um casal consegue discutir de forma saudável, aprendendo a não apenas falar mas também ouvir o que o outro tem a dizer e respeitar as opiniões, os argumentos e os sentimentos do outro, as discussões se tornarão muito mais amenas e o casal se tornará muito mais íntimo.

2- Nunca humilhe seu(sua) parceiro(a) em público.

Nem revele coisas que só dizem respeito a vocês dois. Isso serve tanto para fatores emocionais e psicológicos (não saia por aí espalhando, por exemplo, que seu parceiro(a) é inseguro(a) ou mal humorado(a)) tanto para o que vocês fazem na cama. Guarde esse tipo de informação pra você.

3- Não espere que seu(sua) parceiro(a) supra todas as suas necessidades.

Vocês devem acrescentar algo à vida do outro e não completar a vida do outro. Compreende? Ambos devem ter uma vida completa e a presença do outro deve apenas ser algo a mais em suas vidas, uma espécie de “bônus” que você conquistou. Tenha sua própria vida, permite que seu (sua) parceiro(a) tenha a dele(a) e não espere que ele(a) supra todas as suas necessidades. Divida sua atenção entre seu(sua) parceiro(a), sua família, seus amigos e você mesmo(a), não ponha nas costas dele(a) o peso da responsabilidade de toda sua felicidade e plenitude.

4- Elogie seu(sua) parceiro(a) diariamente.

Relembre-o(a) e relembre-SE da importância que ele(a) tem em sua vida e faça com que ele(a) se sinta especial sempre.

5- Procurem ir pra cama juntos sempre.

Ir dormir ao mesmo tempo dará a vocês todos os dias um tempinho só de vocês, pra vocês conversarem, sonharem, se curtirem, enfim… Um tempinho em que o centro do universo é a relação de vocês e vocês devem tratá-la com carinho.

6- Comuniquem-se.

A boa comunicação é a base de qualquer relacionamento bem sucedido – não apenas relacionamentos amorosos, mas também relações familiares, amizades, relações no ambiente de trabalho, etc. Se você está chateado ou zangado com alguma coisa, fale. Não espere que o outro adivinhe o que você está pensando. Se fizer isso, você só vai deixar esse sentimento ruim virar uma bola de neve dentro de você, que hora ou outra vai explodir da pior forma possível e sem que seu(sua) parceiro(a) compreenda o que está acontecendo. Tornem a comunicação fácil e fluida entre vocês.

7- Lembrem-se de que o sexo é parte fundamental do relacionamento.

Tão importante quando uma boa comunicação. Sexo é muito bom, então pratique-o com freqüência. Apimente-o, faça dele o seu cano de escape de todo stress sofrido no dia-a-dia. Lembre-se de que uma vida sexual saudável torna o relacionamento muito mais gostoso e agradável.

8- Seja empático.

Sempre que houver uma discussão, tente se colocar no lugar do outro e ver as coisas do ponto de vista dele(a). Às vezes, tendemos a ser egoístas e só enxergar o nosso lado da moeda, enquanto o outro pode estar sofrendo sem que a gente consiga ver. Procure, então, ser empático sempre antes de iniciar uma discussão.

9- Sejam um só.

A partir do momento em que vocês formam um casal que se ama e tem um relacionamento estável e saudável, não existe mais “eu” e “você”. Existe o “nós” e é assim que vocês devem pensar. Façam planos juntos, pensem juntos, cresçam juntos. Tornem-se unidos e invencíveis. Acredite: isso só vai tornar o relacionamento de vocês ainda melhor.

10- Escolha suas batalhas.

Pense mil vezes antes de iniciar uma discussão. Pense se brigar e discutir realmente vale a pena. Se não valer, deixe pra lá, não brigue por qualquer coisa e muito menos por coisinhas banais e pequenas. Guarde sua energia para se focar no que é bom e não no que é ruim.

Fonte: Site Segredos da Cama

Relacionamentos entre pessoas de idades diferentes

Relacionamentos entre pessoas de idades diferentes são bastante comuns e corriqueiros. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre esse tipo de relacionamento. Será que dá certo? A diferença de idade não afeta em nada? Como será o sexo entre o casal? Quais problemas essa diferença de idade pode trazer?

São inúmeros os questionamentos a respeito do assunto. Por isso, separei algumas das dúvidas mais comuns e vou respondê-las a seguir.

É possível uma pessoa se apaixonar por outra bem mais velha ou bem mais nova?

Sim, é perfeitamente possível. Isso acontece porque amor e atração física são coisas distintas – apesar de muitas pessoas se confundirem bastante! É natural que as pessoas se sintam fisicamente mais atraídas por pessoas de sua geração, mas as pessoas não se apaixonam pelo físico da pessoa, mas pelo “conjunto da obra”, ou seja, pelo conjunto de características físicas e psicológicas que formam todo e qualquer ser humano. Uma pessoa bem mais velha ou bem mais nova pode perfeitamente apresentar as características psicológicas que mais atraem uma pessoa, assim como uma pessoa da mesma idade pode não apresentar tais características. Portanto, nem todo relacionamento entre pessoas de idades diferentes é por interesse ou qualquer outro motivo como esse, visto que é possível, sim, se apaixonar por alguém bem mais velho ou bem mais novo.

Como duas pessoas de idades diferentes podem se dar bem em um relacionamento?

É simples: basta que elas tenham uma idade mental aproximada e busquem pelas mesmas coisas. Há pessoas de 40, 50 anos que se comportam como verdadeiros adolescentes (você mesmo(a) deve conhecer alguém assim!), assim como há pessoas de 18, 19 anos que têm a maturidade de uma pessoa de 40 e por aí vai. Se a idade mental das pessoas for aproximada, a tendência é que elas se dêem muito bem. Da mesma forma, pessoas que têm ideais e objetivos comuns, independentemente de suas idades, tendem a ter um relacionamento muito saudável e feliz.

O que pode atrapalhar um relacionamento desse tipo?

A falta de maturidade de alguma ou ambas as partes, deixar-se abalar pelo preconceito da sociedade, não concordar nos objetivos e metas do próprio casal, acreditar que o relacionamento tem “prazo de validade” devido à diferença de idade, usar a diferença de idade de forma pejorativa e ofensiva durante alguma discussão, baixa auto-estima, falta de confiança um no outro e mais todas aquelas coisas que podem acabar com o relacionamento de qualquer casal (se quiser ler mais a respeito desse assunto, clique aqui).

Como é o sexo entre pessoas de idades muito diferentes?

Igual ao sexo entre qualquer casal: depende única e exclusivamente de como essas pessoas lidarão com o assunto. Se lidarem de forma “x”, o sexo será “x”; se lidarem de forma “y”, o sexo será “y” e por aí vai. Não é porque as idades são diferentes que os problemas ou os prazeres serão diferentes. Uma das coisas, aliás, bem positiva do sexo entre pessoas de idades diferentes é a aliança entre a experiência e a vivacidade. Enquanto um pode passar ao outro a experiência que adquiriu ao longo dos anos, o outro pode trazer explosão e ousadia às relações sexuais do casal. Ou seja: tem tudo pra dar certo.

Qual a coisa que mais pode minar um relacionamento desses?

Sem dúvida alguma, a família. Portanto, tenha plena certeza e convicção do que você quer em seu relacionamento e confie plenamente em seu(sua) parceiro(a) antes de se jogar de cabeça nesse mar de tubarões. A pressão familiar sempre é enorme e pode acabar com qualquer relacionamento em questão de segundos. Mantenha sua postura e suas convicções e não se deixe abalar por comentários maldosos, críticas e outros problemas que as famílias (dele(a) ou mesmo sua) apresentar.

O que fazer quando a família não aprova o relacionamento?

Provar que são todos preconceituosos e que estão redondamente enganados. Como? Sendo um casal exemplo de alegria, felicidade e simpatia, dando a eles o gostinho delicioso de quem vive sua vida da melhor maneira possível.

O que fazer no caso de uma das pessoas ter filhos de outro relacionamento?

Procurar se dar bem com o(a) filho(a) e não tentar competir com ele(a) nem ter ciúmes do(a) próprio(a) filho(a) ou da(a) ex de seu(sua) parceiro(a). Compreenda que você e o(a) filho(a) têm ambos um espacinho no coração da pessoa amada e que, portanto, não é necessário que você “roube” o espaço dele(a) pra você. Trate-o(a) como a uma pessoa de sua própria família, você verá que o carinho e a admiração de seu(sua) parceiro(a) por você só aumentará ainda mais.

Quando não dar prosseguimento à relação?

Quando ela foi apenas baseada na atração física (o que acontece com bastante freqüência). Se, após algum tempo, você perceber que falta alguma coisa ou que há coisas demais que você gostaria de mudar em seu(sua) parceiro(a), desista. A sintonia emocional não é forte o suficiente para que essa relação perdure e a probabilidade de vocês sofrerem mais além é muito grande – bem como a probabilidade de traição.

Fonte: Site Segredos da Cama