Archive for Publicidade e Propaganda

Publicidade infantil e os limites da liberdade de expressão comercial

por Reinaldo Canto*

Uma criança deve ser vista como consumidora?

196 300x211 Publicidade infantil e os limites da liberdade de expressão comercialPais e mães sabem que criar filhos é um desafio e tanto. Ainda mais no final da primeira década do Século 21, existem alguns detalhes específicos cujos pais de antigamente, com certeza, não se defrontaram. Claro que os mais velhos vão dizer que esses desafios simplesmente se modificam e não podem ser feitas afirmações de que tal época foi mais difícil ou mais fácil do que outra.

Posso até concordar que a intensidade vai de cada endereço e de cada calo que se sentirá apertado, mas quando se refere aos apelos do consumo, plagiando o nosso ex-presidente Lula, “nunca antes neste país”, eles foram tão grandes.

Pense numa criança pequena sendo bombardeada por produtos na televisão, no DVD, no computador, no cinema, no supermercado, na casa do vizinho, na escola e sacrilégio maior, até na farmácia da esquina. Todos eles expondo de maneira até desavergonhada, os personagens que apenas deveriam entreter e melhor ainda educar nossas crianças. Mas não, eles vendem de tudo! Desde salgadinhos pouco nutritivos, fast foods, pastas de dentes e um sem número de bugigangas e quinquilharias de qualidade bastante duvidosa.

Trabalho árduo

Entidades de defesa da criança e do adolescente como o Instituto Alana já promoveram discussões e pesquisas sobre a urgente necessidade de se reduzir a exposição de crianças à publicidade. Trabalhos divulgados pelo Instituto, entre eles os livros O que Fazer para Proteger Nossas crianças do Consumismo e Por que a Publicidade faz Mal para as Crianças, buscam orientar pais, familiares, educadores e interessados no tema, sobre o problema do consumismo infantil. Veja http://www.criancaeconsumo.org.br

Segundo a Alana, “algumas empresas ainda não atentaram para o fato de que responsabilidade social envolve respeito à infância e continuam trabalhando na velha lógica do lucro”.

Reação e oposição

Associações ligadas aos fabricantes de alimentos também têm se pronunciado e tomado algumas medidas para atender aos apelos de parte da sociedade que trabalha pela defesa da infância. São os casos da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) em conjunto com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) que já chegaram a estabelecer um compromisso para reduzir a exposição do público infanto-juvenil aos anúncios. As duas entidades receberam o apoio de 24 empresas com forte presença no mercado de produtos dirigidos às crianças, entre elas, Nestlé, Sadia , Danone e Unilever. A ideia central é que a publicidade, seja dirigida aos pais e não mais às crianças.

Na verdade, o que a associação representante do setor de alimentos está fazendo, é convencer as empresas associadas a seguir o exemplo do que já vem sendo aplicado, com total normalidade, em países da União Europeia e pelos Estados Unidos.

Estas ações de autorregulamentação representam uma reação do mercado aos mais de 180 projetos de lei, que coíbem e restringem a propaganda, que tramitam no Congresso Nacional, parte deles dirigidos à publicidade infantil.

No final do ano passado, participei de evento promovido pela Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e tive a oportunidade de conhecer o Instituto Palavra Aberta , cujo mote principal de atuação é a defesa intransigente da liberdade de expressão comercial.

Esta entidade considera o caminho da autorregulamentação como o único possível para se evitar prejuízos à economia. Após defenderem a publicidade infantil, perguntei se a organização defendia os direitos de consumidora da minha filha de quase quatro anos de idade. A presidente-executiva do Instituto, Patrícia Blanco, disse que sim e completou, “cabe aos pais e não ao governo dizer o que os filhos devem assistir ou consumir”.

Vejo diariamente minha filha ser submetida aos apelos publicitários, nem sempre honestos e positivos. Esta exposição obriga nós pais a ter de administrar, além dos inúmeros desafios que estão inseridos no contexto da educação de uma criança, uma infinidade de desejos por brinquedos, produtos alimentícios, etc. Posso afirmar que essa não é uma luta nada agradável!

Creio que é preciso, obviamente, um enorme cuidado com a regulamentação excessiva e com atos que possam ser classificados como censura. Concordo também com as diversas entidades ligadas a veículos de comunicação que não se deve tutelar a sociedade e tratar as pessoas de maneira “infantilizada”. Por outro lado, sou absolutamente contrário à ideia do “deus mercado” como protagonista.

Todos os setores têm o direito e o dever de se pronunciar, debater e expor livremente suas posições. A livre iniciativa, a sociedade civil organizada, as autoridades públicas devem ter seus espaços de discussão preservados e amplamente divulgados. Agora, nessa mesma linha, o direito à informação, inclusive sobre os efeitos nocivos de qualquer produto, precisa estar disponível para o consumidor.

Em relação à criança, ela é antes de mais nada, um ser em formação que precisa receber toda atenção e cuidados, dos pais, dos educadores, da sociedade e das autoridades públicas. O que menos interessa, nessa sua fase delicada de desenvolvimento, é ser tratada como um mero comprador de produtos.

Nesse momento em que se procuram caminhos para se chegar ao almejado desenvolvimento sustentável, não me parece alvissareiro estimular uma nova geração consumista e oca de valores fundamentais. Consumo consciente já para as atuais e as futuras gerações!!

DA SÉRIE:

A Insustentável Estupidez Humana – Capítulo 1

Recentemente foi desativada e destruída a Ciclovia da Estrada da Colônia, que servia de ligação entre os bairros Vargem Grande e Colônia, com o centro de Parelheiros, no extremo Sul da cidade de São Paulo. Com 1,8 quilômetros de extensão, a ciclovia estava em funcionamento desde 2006 e fazia parte do cotidiano de um grande número de moradores da região.

E qual foi a razão para o seu fechamento? Segurança! O Ministério Público Estadual determinou à Prefeitura da capital, que a ciclovia fosse interditada até que fossem feitas adequações para melhorar a segurança dos ciclistas. A Prefeitura entendeu que deveria destruir suas pistas e assim foi feito.

O MPE nega que pediu a destruição da ciclovia, já a autoridade municipal diz que sim. O fato é que São Paulo contabiliza quase dois quilômetros a menos de ciclovias e os ciclistas de Parelheiros e adjacências correm um enorme risco de acidentes, pois terão agora que disputar espaço com os carros para percorrer o mesmo trajeto. Difícil não se indignar!!

A Insustentável Estupidez Humana- Capítulo 2

Quero mandar um abraço para as duas motoristas que, no último domingo, foram capazes de avançar com seus carros, quando eu atravessava na faixa de pedestres com minha filha de quatro anos no colo, na Rua Bela Cintra, região dos Jardins, em São Paulo. A primeira me fez parar para não ser atropelado, já a segunda passou por trás e dirigiu alguns impropérios não totalmente assimilados dada a alta velocidade do veículo.

Como já fiz menção em artigo anterior, muito provavelmente essas mulheres motoristas, dentro da lógica da selva e da indigência mental, tiveram o único objetivo de me ensinar que atravessar a faixa de pedestres só deve ocorrer quando nenhum carro estiver se aproximando.

Pelo menos podemos ficar satisfeitos pelo fato de que algumas mulheres não podem mais ser chamadas de sexo frágil. Muito pelo contrário, suas atitudes raivosas e intolerantes invejariam a muitos trogloditas do sexo masculino. Parabéns sexo forte!

*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da Carta Capital e colaborador da Envolverde.

**Artigo publicado originalmente na coluna do autor,  Cidadania & Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital.

 

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COMPETIR OU COOPERAR, QUAL A MELHOR SAÍDA?

Fonte: Iara Filardi (GC)

Competir ou cooperar? Tradicionalmente, o mundo empresarial é visto como um grande cabo de guerra, o chamado “jogo de soma zero” em que para um ganhar, outro tem que perder: empresas competem entrei si por dinheiro e clientes. Clientes querem melhores serviços pelo menor custo, as empresas querem oferecer serviços mais simples, por preços maiores. Um real ganho por um lado é um real perdido pelo outro. Mesmo com a crescente onda de terceirização, muitas das chamadas “parcerias” entre empresas resumem-se a tentar expremer ao máximo fornecedores e compradores, aumentando suas margens em detrimento dos parceiros.

Dessa forma, a cooperação é tida como algo não muito natural ao mundo dos negócios. Sim, empresas e equipes podem mostrar cooperação dentro delas, mas só fazem isso para continuar competindo no mercado.

Qual a melhor solução? Fábio Zugman e Michel Turtchin, autores do livro Criatividade sem segredos, dizem que, apesar da competitividade estar enraizada no pensamento empresarial, a cooperação vem ganhando cada vez mais força. “Uma boa competição pode melhorar o desempenho em questões relativamente claras, em que temos uma boa ideia dos objetivos e resultados, é por isso que vemos tantos efeitos positivos da competição em mercados, ou quando empresas premiam as ideias de melhorias mais promissoras de seus funcionários”, afirmam os autores. “Por outro lado, a cooperação pode ser usada em questões mais obscuras, como novos modelos de negócio.” Como estamos acostumados a ver o mundo empresarial como uma grande competição, há muito a ser ganho ao mudar essa visão.

Muitas das iniciativas da chamada web 2.0 trouxeram à tona novas formas de cooperar. Empresas como o Google, Apple e Facebook montaram verdadeiros mercados para pequenas iniciativas (muitas compostas por uma ou duas pessoas) ganharem dinheiro oferecendo aplicativos, modificações, gerar receita com conteúdo e uma infinidade de formas de ganhar dinheiro para empresas dispostas a cooperar com elas.

Há, ainda, espaço para iniciativas que confundem os dois termos. Os sites de compras em grupo, cada vez mais populares, são um bom exemplo: ao se cadastrar, os usuários desses sites criam uma massa que torna atrativo a empresas oferecer descontos para vender seus produtos e serviços a preços mais baixos que o varejo normal. Por outro lado, muitas dessas ofertas possuem um limite de vendas, fazendo com que os usuários tenham que competir por elas. Sites mais tradicionais como os de leilões também fazem isso, pois enquanto seus usuários competirem entre si dando lances a produtos, sempre encontrarão vendedores dispostos a colocar seus produtos ali.

A partir da cooperação, seja na troca de informações com clientes nas mídias sociais, seja criando oportunidades para outras empresas participarem de redes, é possível criar valor: um dono de restaurante, por exemplo, pode descobrir que seu estabelecimento tornou-se bem falado em algum rede social que seus clientes participam – e isso pode valer mais hoje em dia que uma boa avaliação em uma mídia mais tradicional. Com isso, pode realizar pesquisas, saber melhor a opinião de seus consumidores, que pratos gostam, quais não, e assim por diante, tendo uma infinidade de informações que antes não apareciam em lugar algum. Essas informações podem então ser usadas para trazer melhorias ao atendimento.

“Damos tanta ênfase à competição no dia a dia, que é comum esquecermos da cooperação. Com certeza, a competição, entre pessoas, empresas e até ideias, tornou o mundo um lugar melhor. Mas a cooperação também tem o seu lugar. Na nossa opinião, sua importância só tende a aumentar”, finalizam Fábio Zugman e Michel Turtchin.

Sobre o livro Criatividade sem segredos

É natural do ser humano criar. O que faz uma pessoa ser mais criativa do que outra depende apenas de aprendizado e treino. Em outras palavras, qualquer pessoa pode ser criativa da mesma forma que qualquer um pode ser tornar um alpinista e escalar montanhas. Basta se preparar.

Neste mais recente lançamento da Editora Atlas, os autores Fábio Zugman e Michel Turtchin mergulham o leitor no sedutor mundo da criatividade que, segundo eles, não tem nada a ver com ser diferente, mas sim com trabalho sério.

De acordo com os autores, da mesma forma que é necessário treinar gradativamente o corpo para uma maratona, a capacidade de criar também depende de condicionamento. Para eles, não se vence uma maratona por acidente. É preciso treino, dedicação e vontade para ser um bom atleta; a mente funciona de forma semelhante.

Criatividade sem segredos apresenta um programa de exercícios e dicas em que o leitor irá encontrar sugestões, técnicas e ideias para ajudá-lo a melhorar o processo criativo. O formato em tópicos proporciona uma leitura agradável e flexível permitindo que o leitor escolha de forma aleatória o assunto que mais cabe à sua necessidade, seja em um projeto ou no cotidiano.

Como se preparar para o processo criativo; mitos sobre a criatividade e como lidar com eles; o papel do erro e do planejamento, da sorte e do trabalho duro; o perigo de se achar um gênio criativo; práticas e comportamento para ter resultados mais criativos são alguns dos assuntos abordados na obra.

Fruto da parceria entre um acadêmico e um publicitário, Criatividade sem segredos também proporciona bons momentos de reflexão ao leitor − “Ninguém nunca disse que ser criativo era fácil. Divertido, talvez. Mas o trabalho criativo não é fácil. Desistir dele que é”. Para Fábio Zugman e Michel Turtchin, a desistência é uma resposta comum e, em muitos casos, inteligente. Segundo eles, quando escolhemos seguir um caminho criativo, estamos saindo dos padrões estabelecidos. Seja na carreira, no trabalho, na arte ou onde se decidir inovar ao optar pela criatividade, está se assumindo um risco.

Criatividade sem segredos é indicado para estudantes, educadores, profissionais que desejam se tornar mais criativos, gerentes e empreendedores que buscam estimular a criatividade em suas equipes.

Sobre os autores

Fábio Zugman é paulistano e tem 31 anos. É professor universitário, doutorando em Administração pela FEA-USP e Mestre em Administração pela UFPR. É autor dos livros Administração para profissionais liberais (Elsevier, 2005); Governo eletrônico: saiba tudo sobre essa revolução (Livro pronto, 2006); O mito da criatividade (Elsevier, 2008); e coautor de Dicionário de termos de estratégia empresarial (Atlas, 2009).

Michel Turtchin é paulistano e tem 31 anos, trabalha com a criatividade todos os dias. É formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Fundador e chief creative officer da Online Performance Group, empresa reconhecida internacionalmente pela inovação.

Fonte: Portal da Propaganda

E os ThunderCats ganham uma repaginada…

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Já noticiamoas aqui no Comunicadores a repaginada de alguns personagens antigos, como a turma do Scooby-Doo. Agora é a vez dos personagens do nostalgico desenho ThunderCats ganharem uma nova roupagem. Gostaram?

BRASIL É SUPERADO POR COLÔMBIA E MÉXICO NO ESTUDO NATIONS OF SPORTS

BRASIL É SUPERADO POR COLÔMBIA E MÉXICO NO ESTUDO NATIONS OF SPORTS

A Havas Sports & Entertainment (HS&E), divisão do grupo Havas especializada em marketing esportivo e de entretenimento, divulga o estudo Nations of sports, que avalia a performance de 131 países (incluindo o Brasil) em ranking de medalhas em 52 esportes. A pesquisa leva em consideração todas as modalidades reconhecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), além de esportes automotores. Na análise por modalidade, o vôlei conquista a primeira colocação, seguido do futebol e da natação. A classificação geral posiciona o Brasil em 26º lugar com 60 pódios, sendo 15 medalhas de ouro.

Na América Latina, o Brasil é superado pela Colômbia e México. Por outro lado, o País tem o melhor desempenho em modalidades variadas, tendo conquistado nove medalhas de ouro em diferentes esportes, como futebol, vôlei, handebol, skate, surf, caratê, tiro, natação e atletismo. Mexicanos e colombianos concentram seus resultados em uma única modalidade: boxe e patinação, respectivamente. “Essa constatação é altamente positiva para um país que vai sediar Jogos Olímpicos, já que revela nossa capacidade de conquistar medalhas em diversas modalidades. Mais do que isso, serve de estímulo para investimentos privados e estatais em outros esportes, além do futebol”, ressalta Eduardo Corch, diretor da HS&E no Brasil.

No ranking geral, os Estados Unidos ocupam a primeira posição, seguidos pela China, Rússia, Alemanha e França. Analisando o desempenho específico em esportes coletivos, os mesmos países mantêm a liderança, porém, o Brasil sobe para 17ª posição, com 23 pódios e seis medalhas de ouro, sendo duas de voleibol, duas de futebol, uma de handebol de areia e uma no tiro.

O futebol não é o esporte que gerou mais títulos ao Brasil. No último estudo, o vôlei conquistou nove medalhas (duas de ouro, cinco de prata e duas de bronze), contra cinco no futebol (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze). “Sem dúvida, somos a grande potência mundial do voleibol. Os consistentes resultados nos últimos anos, tanto no vôlei de quadra como no de praia, comprovam nossa força. E não nos surpreende. É fruto de um grande trabalho iniciado pelo presidente Nuzman na década de 80 e seguido com brilhantismo pelo Ary Graça”, salienta Corch.

Além dessas tradicionais modalidades, o executivo ressalta a consolidação em outros esportes, como a natação. “Devemos destacar o desempenho de esportes como a natação, com o fenômeno Cesar Cielo, além do skate e atletismo, principalmente com Fabiana Murer e Maureen Maggi. Também não podemos esquecer do judô e iatismo, esportes geradores de medalhas em competições olímpicas e mundiais”, pontua o diretor da agência brasileira.

O estudo é realizado anualmente desde 2005. A performance brasileira não sofreu alterações significativas nestes cinco anos, ficando sempre entre 20º e 26º lugar. De acordo com Corch, a alternância de posição não reflete o pior desempenho do país nas principais competições esportivas mundiais. “O que temos percebido é que as potências esportivas estão cada vez mais fortes, principalmente Reino Unido, França, Japão e Canadá. Por outro lado, com a proximidade dos Jogos Olímpicos no Brasil, certamente subiremos várias posições no ranking”, finaliza.

Metodologia

A pesquisa mostra todas as medalhas (ouro, prata e bronze) conquistadas pelos países em competições oficiais – Jogos Olímpicos, campeonatos mundiais e ranking mundial. A metodologia utilizada é a mesma do Comitê Olímpico Internacional (COI). A pesquisa foi concluída em novembro de 2010, portanto, não entram na classificação as medalhas conquistas após essa data.

Sobre a Havas Sports & Entertainment

A Havas Sports & Entertainment é a rede mundial de esporte, comunicação, entretenimento da Havas Media e opera globalmente através de 20 escritórios em quatro continentes (França, Inglaterra, Portugal, Espanha, Itália, Holanda, Alemanha, Bélgica, África do Sul, Polônia, Índia, China, Estados Unidos, México, Colômbia, Chile, Argentina e Perú e Brasil).

Mais de 400 profissionais oferecem suporte estratégico e operacional para as marcas, mídia e instituições. Trabalham para conectar as marcas com o mundo do esporte, cinema, música, games, artes e celebridades, gerando experiências e conteúdos exclusivos para o consumidor. A Havas Sports & Entertainment tem como principal função a geração de negócios nestes segmentos, com foco em consultoria, ativação e mensuração de resultados.

Entre os clientes globais estão Coca-Cola, adidas, Hyundai Kia, Castrol, Louis Vuitton, Allianz, Carrefour, Santander, Motorola, Peugeot, FIFA, English Premier League, Associação de Tênis Argentino.

Fonte: Site Portal da Propaganda

10 anos de Wikipédia

Wikipédia, há quem ame e há quem odeie. Mas, sem demagogia, fale bem ou fale mal, quem nunca usou o Wikipédia para fazer uma consulta rápida na hora do branco? A tão acessada enciclopédia virtual, como eles mesmos gostam de ser chamados, nasceu no dia 15 de janeiro de 2001. Criada por Jimmy Wales e Larry Sanger, o projeto que começou simples tornou-se um dos maiores fenômenos da internet na década. Colaborativa e gratuita, a Wikipédia possui atualmente cerca mais de 17 milhões de artigos em 270 idiomas. Com mais de 400 milhões de usuários únicos, o espaço do site é preenchido entre pessoas que acessam suas páginas para buscar conteúdos, ou até mesmo para editar e colaborar com a rede. Pois bem, a popular rede soprou velinhas e, em comemoração ao seu 10º aniversário, foi lançada uma página especial com mais de 430 eventos em todo o mundo que irão celebrar a data. Até mesmo você, se quiser, poderá criar e incluir seu próprio evento no site. Outra opção é a customização do logo de 10 Anos do site. De qualquer forma nestes 10 anos a Wiki se tornou a fonte com 100% de credibilidade de qualquer texto colocado por lá, seja ele verdadeiro ou não. (Foto de divulgação)

Wikipédia, há quem ame e há quem odeie. Mas, sem demagogia, fale bem ou fale mal, quem nunca usou o Wikipédia para fazer uma consulta rápida na hora do branco? A tão acessada enciclopédia virtual, como eles mesmos gostam de ser chamados, nasceu no dia 15 de janeiro de 2001. Criada por Jimmy Wales e Larry Sanger, o projeto que começou simples tornou-se um dos maiores fenômenos da internet na década. Colaborativa e gratuita, a Wikipédia possui atualmente cerca mais de 17 milhões de artigos em 270 idiomas. Com mais de 400 milhões de usuários únicos, o espaço do site é preenchido entre pessoas que acessam suas páginas para buscar conteúdos, ou até mesmo para editar e colaborar com a rede. Pois bem, a popular rede soprou velinhas e, em comemoração ao seu 10º aniversário, foi lançada uma página especial com mais de 430 eventos em todo o mundo que irão celebrar a data. Até mesmo você, se quiser, poderá criar e incluir seu próprio evento no site. Outra opção é a customização do logo de 10 Anos do site. De qualquer forma nestes 10 anos a Wiki se tornou a fonte com 100% de credibilidade de qualquer texto colocado por lá, seja ele verdadeiro ou não. (Foto de divulgação)

 

SE BEBER NÃO DIRIJA E SE VOCÊ NÃO SE LEMBRAR DISTO, VEJA ESTE VÍDEO

O TAC – Transport Accident Comission é uma organização mantida pelo governo de Victoria, na Austrália. Foi fundada em 1986 e tem por finalidade pagar o tratamento de pessoas acidentadas em meios de transporte, independente de ser o causador ou a vítima. Ela também atua promovendo campanhas que evitem acidentes de trânsito. 

O vídeo é uma compilação dos 20 anos de campanha do TAC na Austrália e foi ao ar na época do Natal de 2009. É em inglês, mas o conhecimento do idioma é dispensável neste comercial. A trilha ficou por conta de “Everybody Hurts”, do R.E.M..

Lançada a Campanha Papai Noel dos Correios 2009

“Voce não precisa acreditar em Papai noel, mais pode ser um”

O que é:

O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

A quem se destina?

O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?

Inicialmente são descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Em 1997, a iniciativa transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais da empresa.

Números:

Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:

Ano Cartas recebidas Cartas respondidas Cartas adotadas

2005====395.183=====145.474=======130.655

2006====501.605=====177.549=======226.934

2007====792.760=====231.552=======357.971

2008====1.078.711====365.446=======464.481

Quem pode colaborar?

Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com os Correios de sua região .

* Os interessados em adotar uma cartinha podem procurar, de 09 de novembro a 18 de dezembro, em uma unidade dos Correios mais próxima de sua casa.

Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com devoção e compaixão.

Faça você também uma criança sorrir neste Natal.

Seja Voluntário você Também!

* Saiba + como você pode ajudar!

http://www.planetavoluntarios.com.br/nossas-acoes

Planeta Voluntários -A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

Governo limita cachê com dinheiro público a artista

Ministério do Turismo limita a R$ 80 mil valor máximo a ser pago por apresentação a cantores em festas regionais e eventos turísticos. Mudança foi feita para coibir fraudes e desvio de recursos públicos

Embratur
São João de Campina Grande, na Paraíba, recebeu R$ 1 milhão de apenas uma emenda parlamentar

Lúcio Lambranho

Por recomendação da Controladoria Geral da União (CGU), o Ministério do Turismo (MTur) alterou a portaria que regulamenta os critérios de aplicação de emendas parlamentares em festas regionais e eventos turísticos para tentar coibir fraudes e desvios de recursos públicos.

Entre as mudanças feitas pelo ministério, está a definição de um teto de R$ 80 mil para o pagamento de cachê para artistas que se apresentam em festas tradicionais custeadas com dinheiro público. Bandas regionais de forró receberam este ano até R$ 150 mil de convênios de prefeituras com o governo federal para uma única apresentação, durante as festas juninas e julinas no Nordeste.

O valor dos cachês de um mesmo artista ou banda variava de uma cidade para outra inclusive em eventos que aconteciam no mesmo dia. As novas regras são uma tentativa da pasta de aumentar a fiscalização sobre a liberação dos R$ 432,66 milhões previstos no orçamento deste ano para a promoção de festas juninas, carnavais, feiras, exposições e festivais.

Outra alteração na portaria é o fim da obrigatoriedade da aplicação de até 25% do valor repassado pelo MTur em divulgação fora dos municípios onde as festas acontecem.

Leia ainda: MTur tem 20 funcionários para fiscalizar R$ 432 mi

A mudança feita pelo ministério não mexe num ponto sensível para os parlamentares, sobretudo em ano eleitoral, como 2010. A pasta manteve o artigo da portaria anterior que dá ao secretário-executivo do Turismo a prerrogativa de ampliar os valores aplicados em cada evento, limitados a R$ 1,2 milhão no caso de emendas individuais de deputados e senadores.

São João

Esse limite foi extrapolado este ano, por exemplo, em Campina Grande (PB), que recebeu R$ 1,34 milhão do ministério para promover seu São João, anunciado pela prefeitura como o maior do mundo. Desse montante, R$ 1,04 milhão saíram de uma única emenda parlamentar assinada pelo agora ex-deputado Walter Britto Neto (PRB-PB), cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por infidelidade partidária. O caso foi revelado em julho pelo Congresso em Foco.

“Os festejos de São João de Campina Grande e de Patos são eventos tradicionais, de grande porte, representam manifestações da cultura brasileira e se desenvolvem durante boa parte do mês de junho, com grande número de atrações e forte impacto nas economias locais. Também possuem repercussão pública nacional e até internacional”, disse o MTur, ao justificar a liberação da emenda.

Divulgação

No caso de irregularidades na divulgação dos eventos, o site mostrou (leia mais) que no município de Santa Luzia (PB) dois dos três orçamentos feitos pela prefeitura para a divulgação do evento não tinham sequer a identificação do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) das supostas empresas: a Ótima Idéia e a Resultado Comunicação.

Apontada como vencedora da disputa por apresentar o menor preço, a Miranda Comunicação negou ter sido contratada pela prefeitura e veiculado os anúncios na mídia, ao contrário do que informa o município ao MTur. Executado pelo ministério, o convênio firmado com o município contraria a Lei de Licitações na aplicação dos R$ 700 mil que bancarão os cinco dias de festejos do São João na cidade de 14 mil habitantes.

Os parlamentares destinaram no orçamento deste ano quase o dobro dos R$ 221,59 milhões reservados para festas populares no ano passado. Só nos seis primeiros meses deste ano, o governo federal comprometeu-se a liberar R$ 191,88 milhões para essa finalidade. Desse montante, R$ 73,85 milhões já tinha sido pagos em julho deste ano. Dos 191 milhões, 46% estão garantidos para o Nordeste. Em seguida, vem a região Sudeste, com 22% do dinheiro.

O Ministério Público Federal (MPF) investiga (leia mais) os contratos assinados pela prefeitura com as empresas que organizaram as festas juninas em 2007 e 2008. A ação do MPF decorre de uma representação feita pelo deputado Luiz Couto (PT-PB) por suspeita de fraude nas licitações.

Fonte: Congresso em Foco

Última chamada Nu Artístico

O curso tem início nesta sexta-feira, dia 6 de novembro, com exposição da teoria do nu artístico por Walter Firmo, das 19h às 21h30 na sede Escola Portfolio. Intitulado “Toda Nudez Será Revelada”, o módulo continua no sábado, com saída às 14h para a prática em campo. Tendo como cenário uma chácara na região de Araucária, os participantes farão uma produção fotográfica com modelos até o anoitecer. O curso se estende na manhã de domingo, dia 8, com churrasco de encerramento e retorno previsto para Curitiba às 17h. O limite de vagas para o módulo é de 20 pessoas, com um valor de R$ 360,00 e uma taxa de R$ 120,00 por transporte e hospedagem. Alunos e ex-alunos da Escola Portfolio pagam R$ 330,00, mais a contribuição da viagem e alojamento.

Photoshop

Mais um curso de curta duração é ofertado pela Escola Portfolio. Com a presença de Lilo Faria, o tema será o PHOTOSHOP. Totalizando seis horas, o programa contém dois módulos de teorias e práticas imperdíveis sobre o recurso. O primeiro é intitulado “Tratamento de Pele na Fotografia de Moda”, e acontece em novembro, dia 19. Em dezembro, dia 11, a parte final do curso tratará do “Recorte de cabelo”. O investimento é de R$ 80,00 por módulo. As vagas são limitadas a 15 pessoas. Veja o cronograma abaixo:

Módulo I: Tratamento de Pele na fotografia de Moda
Dia 19 de novembro, quinta-feira – 19h às 22h

Módulo II: Recorte de cabelo
Dia 11 de dezembro, sexta-feira – 19h às 22h

Veja mais sobre os cursos de curta duração clicando aqui.

Agência do Brasil Publicidade fecha parceria com Planeta Voluntários

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Agência do Brasil Publicidade fecha parceria com o Planeta Voluntários.

Glaydston Oliveira diretor executivo da Agência do Brasil fechou parceria com Marcio Demari do Planeta Voluntários. Esta parceria vem de encontro com aspirações de ambos os lados. A Agência do Brasil contribuirá com criação e desenvolvimento de campanhas, além de contribuir também com ações de marketing que é um item forte na agência. Para a Agência do Brasil a oportunidade é fantástica, pois potencializa o setor de criação. A Agência do Brasil já participou de vários projetos como voluntários e o último projeto foi com a ONG Gente Nova onde a Agência criou toda campanha, anúncios e sinalização do festival Gourmet que aconteceu no antigo Blue Tree.

A Agência do Brasil espera contribuir muito com o Planeta Voluntários em todas as campanhas, incluindo o TELETON da AACD que acontece neste mês de outubro.

Faça parte você também, cadastre-se como voluntário.

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Johnnie Walker e Editora Abril fecham parceria

Histórias de progresso social dos clientes do Johnnie Walker serão publicadas na revistas Você S/A, VIP, Playboy e Superinteressante da editora Abril.

A marca Johnnie Walker quer aproximar-se dos seus clientes contandohistórias reais de seu progresso social. Em parceria com a editora Abril, os relatos serão publicados nas revistas Você S/A, VIP, Playboy e Superinteressante. Todas as histórias enviadas serão apuradas por jornalistas da editora e as oito melhores entrarão nas edições de novembro e dezembro das revistas.

Criada pela área de edições publieditoriais da Abril, a ação inclui o envio de e-mail marketing para aproximadamente 100 mil assinantes. Os leitores interessados devem enviar um texto de 30 linhas, no máximo, até o dia 30 de outubro, para caminhadajohnniewalker@abril.com.br.

A marca planeja ainda para este mês o lançamento de um programa semanal, o “Johnnie Walker com Gigantes”, na rádio Mitsubishi FM (92,5), no qual a apresentadora Lorena Calábria entrevistará personalidades e contará histórias sobre as suas trajetórias de sucesso. A atração irá ao ar todas as terças, às 21h, a será lançada no próximo dia, 29. O programa terá uma hora de duração e, uma vez por mês, será transmitido ao vivo direto do Buddha Bar. A estreia da versão ao vivo da atração acontecerá no próximo dia 7 de outubro e terá como convidado o bicampeão mundial de F1, Mika Häkkinen.

Lacta aposta no sabor do Mini Bis

Com campanha da Ogilvy & Mather, marca lança nova versão do tradicional chocolate ressaltando a praticidade e a vantagem de levar a guloseima para onde quiser.

2492009105029MiniBis-notaCom o intuito de oferecer mais uma opção de guloseima para os viciados em chocolate e para os amantes do tradicional Bis, a Lacta decidiu reduzir um pouco o tamanho do produto e lançar a versão especial Mini Bis. E, para comunicar a novidade ao mercado, a marca de chocolates encomendou à Ogilvy & Mather uma campanha publicitária que transmita a ideia de que ninguém resistirá á inovação.

Embalado em um copo que comporta 150g de Mini Bis em pequenos quadradinhos, o lançamento da Lacta foi preparado para que o público possa saborear o doce em qualquer hora e lugar. E, se no tamanho tradicional o chocolate já atraia a atenção e despertava a cobiça de todos, segundo a Lacta, a versão mini transformará as pessoas em ladrões de chocolates em potencial.

Esse foi o mote escolhido pela campanha da Ogilvy, que será veiculada no formato de um filme televisivo exibido, inicialmente, na cidade de Belo Horizonte e nos Estados da Região Sul. Na sequência, cuja produção foi realizada pela HungryMan, um rapaz aparece saboreando o seu copo de Mini Bis dentro de um vagão de metrô. Em seguida, todas as luzes se apagam repentinamente e, quando tudo volta ao normal, ele perceber que no lugar da sua caixa de Bis, aparece um sapato azul. Na tentativa de descobrir o culpado pelo “furto”, ele olha ao seu redor e percebe que todos os demais passageiros estão calçados com apenas um pé daquele mesmo sapato, o que reforça que todos estão sujeitos a praticar esses feitos quando se trata de correr atrás do novo Mini Bis.

Para ilustrar a campanha, a agência escolheu o conceito “Fácil de Levar. Desconfie de Todos”, que acompanhará toda a comunicação do Mini Bis. Além do filme televisivo, a Ogilvy também criou um comercial para cinema e peças de mídia exterior. Recentemente, a Lacta também lançou a nova versão Bis Avelã, para complementar o portifólio da marca.

Campanha 3 – W/ cria pra Grendene

” é o conceito escolhido para apresentar a nova coleção das sandálias Gisele Bündchen. A campanha traz a modelo embalada pelas cores de uma aquarela.

“Muita cor, muita vida

Criação de Rui Branquinho e Guime Davidson, com direção de criação de Branquinho e Washington Olivetto.

Produção da Vetor Zero/Lobo, com direção de Mateus de Paula Santos. Trilha da Raw Produtora de Áudio. Produção gráfica de Julio Coralli. Atendimento de Fernanda Costa e Jorge Maio. Aprovação de Marcius dal Bó, Andrea Klemm e Rodrigo Vicêncio.

Esse ano, Grendene e  sandálias Gisele Bündchen apóiam o Projeto Tamar.