Posts Tagged ‘vacinas’

Procon-RJ encontra vacinas vencidas em vistoria em clínicas do Rio

Ao todo, 16 clínicas das Zonas Norte, Sul e Oeste do Rio foram vistoriadas.

Treze foram autuadas por diversas irregularidades.

 Do G1 Rio
Procon-RJ vistoriou 16 clínicas de vacinação das Zonas Norte, Sul e Oeste do Rio (Foto: Divulgação/Procon RJ)Procon-RJ vistoriou 16 clínicas de vacinação das Zonas Norte, Sul e Oeste do Rio (Foto: Divulgação/Procon RJ)

O Procon Estadual iniciou nesta segunda-feira (2) a Operação Anticorpos, que tem o objetivo de fiscalizar clínicas de vacinação. Os fiscais vistoriaram 16 clínicas das Zonas Norte, Sul e Oeste do Rio. Dessas, 13 foram autuadas por diversas irregularidades, como licença sanitária e vacinas fora do prazo (veja o balanço final abaixo).

Em uma clínica na Barra da Tijuca, Zona Oeste, os fiscais encontraram duas vacinas vencidas. Em outra, no Shopping Downtown, também na Barra, havia quatro frascos de vacinas manipuladas, contendo cinco doses cada um, sem especificação do seu prazo de validade.

Treze clínicas de vacinação foram autuadas por diversas irregularidades (Foto: Divulgação/Procon RJ)
Treze clínicas de vacinação foram autuadas por
diversas irregularidades (Foto: Divulgação/
Procon RJ)

Em quatro clínicas autuadas, no calendário de vacinação exposto ao público não havia a informação de que as vacinas que nele constam são administradas gratuitamente nos postos de saúde públicos.

Outras duas clínicas não disponibilizavam o calendário de vacinação em local visível, como é determinado pela Portaria Conjunta n° 001/2000 da Agência Nacional de Vilância Sanitária (Anvisa) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Foi dado pelos fiscais um prazo de 48 horas para que as oito clínicas autuadas pela ausência de licença sanitária apresentarem o documento ao Procon Estadual: Vaxx, de Pilares; as filiais da Kinder do Leblon, Shopping Downtown e da Tijuca; as filiais da Vaccini da Barra da Tijuca e do Méier; Neovacinas, de Botafogo; e Prophylaxis, da Tijuca. Caso isto não ocorra, elas serão interditadas.

Não foram encontradas irregularidades nas seguintes clínicas: as filiais da Vaccini, do Largo do Machado e de Botafogo; e Kinder, de Ipanema. O Procon Estadual também alerta aos consumidores para que verifiquem se as vacinas estão dentro do prazo de validade antes que sejam aplicadas.

Balanço da Operação Anticorpos
1 – Prevcenter (Av. Das Américas, 3255, sl 252 – Barra da Tijuca): Ausência do CDC para consulta. Ausência do Livro de Reclamações. Ausência do cartaz do Disque 151. Duas vacinas pneumocócica 13 valente vencidas, uma em 07/13 e outra em 04/14, sendo que uma delas não continha líquido.

2 – Vaxx (Av. Dom Helder Câmara, 6548 – Pilares):Ausência do CDC para consulta. Ausência de cartaz do Disque 151. Ausência do Livro de Reclamações. Licença Sanitária vencida, prazo de 48h para apresentação sob pena de interdição.

3 – Kinder (Av. Ataulfo de Paiva, 135 – Leblon): Ausência de CDC para consulta. Ausência do Disque 151. Prazo de 48h para apresentar o alvará de licença sanitária. Não há informação no calendário de vacinação de que as vacinas nele constantes são administradas gratuitamente nos postos de saúde públicos.
4 – Prophylaxis (Botafogo): Ausência de CDC para consulta. Ausência de Livro de Reclamações. Ausência do cartaz do Disque 151.

5 – Vaccini (Av. Armando Lombardi 1000, blc 1, loja 107 – Barra da Tijuca): Ausência de CDC para consulta. Ausência do cartaz do Disque 151. O calendário de vacinação afixado não apresenta em destaque as vacinas que são administradas no serviço publico de saúde. Não foi apresentada a licença sanitária válida, prazo de 48 h para apresentação de licença sanitária adequada.

6 – Vaccini (Rua Dias da Cruz, 215 SS 101 – Méier): Ausência do Livro de Reclamações. Calendário de vacinação afixado não apresenta em destaque que as vacinas são administradas gratuitamente no serviço publico de saúde. Não foi apresentada licença sanitária valida, prazo de 48 h para apresentação sob pena de interdição.

7 – Neovacinas (Rua Real Grandeza, 139 – Botafogo): Ausência de preço das vacinas. Ausência do Livro de Reclamações. Não dispõe o calendário de vacinação em local visível. Licença vencida em 9/01/2015. Dado prazo de 48 h para apresentação sob de interdição.

8 – Kinder (Rua Conde de Bonfim, 255 lj 101 – Tijuca): Calendário de vacinação afixado não apresenta em destaque que as vacinas são administradas gratuitamente no serviço público de saúde. Não foi apresentada licença sanitária válida, prazo de 48 h para apresentação sob pena de Interdição.

9 – Kinder (Shopping Downtown): Apenas o protocolo de revalidação da autorização da vigilância sanitária. Prazo de 48h para apresentação da autorização sob pena de interdição. Havia quatro frascos de vacinas manipuladas, contendo cinco doses cada um, sem especificação de validade. Ausência do CDC para consulta.

10 – Vaccini (Rua Barata Ribeiro, 370 Copacabana): Duas reclamações registradas no Livro de Reclamações não enviadas dentro do prazo. Havia um extintor vencido em janeiro de 2015.

11 – Prophylaxis (Av. das Américas, 6700 – Barra da Tijuca): Ausência do Livro de Reclamações. Ausência do cartaz do Disque 151.

12 – Prophylaxis (Praça Saens Pena, 45 sala 704 – Tijuca): Calendário de vacinação afixado não apresenta em destaque que as vacinas são administradas gratuitamente no serviço público de saúde. Não foi apresentada licença sanitária válida, prazo de 48 h para apresentação sob pena de Interdição. Ausência do cartaz do Disque151. Ausência do CDC para consulta. Ausência do Livro de Reclamações.

13 – Prevcenter (Rua Siqueira Campos, 93 – Copacabana): Ausência do CDC para consulta. Ausência do Livro de Reclamações.

Isso é muito sério e irresponsável.

Verifiquem sempre a data de validade ao receber a vacina.

Existem algumas clínicas especializadas que já tem o procedimento padrão de apresentar a caixa, mostrar o tipo de vacina, o nome da vacina, a data de validade e o lote e só abre na frente do cliente e este é um método utilizado pela clínica de vacinas especializada Vaccine Care.

Oito vacinas que os adultos precisam tomar

Oito vacinas que os adultos precisam tomar

Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. “As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. “No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar”, diz Paulo Olzon. Confira oito tipos que merecem estar na sua carteira de vacinação.

Vacina dupla tipo adulto – para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.

Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. “A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado”, diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. “Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença”, diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.

Pneumo 23 – Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. “Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23”, diz Paulo Olzon.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais.

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. “Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte”, explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. “Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos”, explica o infectologista Paulo Olzon.

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. “Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe”, diz o especialista. “Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam.”

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. “Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano”, diz Paulo Olzon.

HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano – o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. “A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda”, afirma o ginecologista Amadeu Carvalho Júnior, da Amhpla Cooperativa de Assistência Médica.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. “O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles”, explica o ginecologista Amadeu.

Vacina para Herpes Zóster

Herpes zoster é uma infecção viral que provoca vesículas na pele e geralmente é acompanhada de dor intensa. É causado pelo vírus varicela-zoster – o mesmo agente da catapora – e acomete pessoas que tiveram catapora em algum momento da vida e ficaram com vírus latente (adormecido) em gânglios do corpo. Anos mais tarde, esse vírus pode reativar na forma de herpes zóster.

Embora não seja uma condição de risco de vida, o herpes zóster pode ser muito doloroso. Um estudo realizado no Brasil revelou que aproximadamente 95% dos adultos já foram expostos ao vírus do herpes zóster. Como o vírus fica latente durante muitos anos, a doença é mais comum em idosos e pessoas acima dos 50 anos.

A vacina é administrada em esquema de dose única, via subcutânea, preferencialmente no braço. “A vacina é indicada para pessoas a partir de 50 anos de idade na prevenção não só da doença, mas também da neuralgia pós-herpética”, afirma Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). A neuralgia pós-herpética se caracteriza por uma dor e queimação no local em que o herpes zóster ocorreu, sendo a complicação mais comum da doença. De acordo com Renato, a vacina também ajuda na redução da dor aguda e crônica associada ao Zóster.

A vacina ainda não é distribuída em postos de saúde. Se você tem mais de 50 anos e já foi exposto ao vírus da varicela, converse com seu médico ou médica para entender a necessidade de se vacinar para herpes zóster.

Vacine-se na Vaccine Care – Brasília – Petrópolis – Barra da Tijuca – Paracatu

Fonte: Site Vaccine Care

Nova indicacao aprovada pela ANVISA da vacina contra o HPV

cancer

Anvisa aprova indicação de vacina do HPV para prevenção de câncer anal

Aline Leal Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a indicação da vacina contra o papilomavírus humano (HPV) para a prevenção do câncer anal. A aplicação é recomendada para ambos os sexos, na faixa etária de 9 a 26 anos.

A vacina, disponível somente em clínicas particulares de saúde, já era usada também para prevenir o câncer de colo de útero, vaginal e verrugas genitais.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram registradas 274 mortes por câncer anal no Brasil em 2010, sendo 98 em homens e 176 em mulheres. Os tumores aparecem no canal e nas bordas externas do ânus. Os no canal do ânus são mais frequentes em mulheres, e nas bordas, nos homens. É uma doença considerada rara e com grande possibilidade de cura quando detectado em estágio inicial. Representa 1% a 2% de todos os tumores do cólon e de 2% a 4% de todos os tipos de câncer do intestino grosso.

Alterações intestinais, presença de sangue nas fezes, dor, coceira, secreções incomuns são os sinais mais comuns. Segundo o Inca, exames que avaliam o reto e o ânus (como o toque retal) são eficazes para identificar a doença precocemente. As pessoas com mais de 50 anos, fumantes, infectadas pelo HPV e com feridas no ânus são as mais suscetíveis à esse tipo de câncer. De acordo com o Inca, os tumores anais estão relacionados a doenças sexualmente transmissíveis, como HIV, gonorreia e clamídia.

Edição: Carolina Pimentel

Fonte: Agência Brasil

A Vaccine Care dispõe da vacina quadrivalente contra o HPV em condições especiais.

Veja opção de pacotes e se previna.

Informações: (61) 3242-5996 e 3442-8240.

Atenção: Se você está fora de Brasília veja como pode adquirir com segurança esta vacina e recebe-la em sua casa ou escritório em qualquer lugar do Brasil que tenha atendimento via SEDEX dos Correios.

Fonte: Vaccine Care – Clínica de Vacinas Especializada

Vacinas contra a Aids começam a ser testadas em humanos

fitavermelha

Medicamento ataca proteínas que protegem células infectadas

Mais um passo na luta contra a Aids foi dado na França na última terça-feira, 29. O professor Erwann Loret, da Universidade de Marselha, declarou que cientistas irão iniciar nas próximas semanas testes clínicos contra o vírus HIV em 48 pessoas.

Segundo a agência AFP, a vacina ataca a proteína Tat (transativador de transcrição viral), que, nos soropositivos, funciona como uma proteção nas células infectadas, fazendo com que o organismo seja incapaz de identiticá-las e neutralizá-las.

Os 48 pacientes que irão participar dos testes estão em tratamento com coquetéis. Os testes devem começar assim que os médicos selecionarem os voluntários, explicar-lhes os riscos e obterem seus consentimentos.

A vacina será aplicada três vezes, uma por mês. Em seguida, o tratamento com coquetéis deverá ser suspenso por dois meses. Após esse período, se a taxa de vírus no sangue tornar-se indetectável, o estudo terá cumprido os critérios estabelecidos pela OnuAids (órgão das Nações Unidas focado no combae à Aids).

No entanto, este não é o fim da doença, como ponderou Loret. Há uma série de testes que devem ser realizados e que demandam vários anos para avaliar se o resultado é bem sucedido.

“De 25 a 26 testes com vacinas anti-HIV são realizados no mundo atualmente”, estimou o professor Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisas sobre a Aids (ANRS) da França, à AFP.

No fim de 2011, cerca de 34 milhões de pessoas viviam com a Aids. Cerca de 0,8% da população entre 15 e 49 anos estavam infectadas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que o virus causou mais de 30 milhões de mortes desde que foi descoberto e que, a cada ano, 1,8 milhão de pessoas ao redor do mundo morra pela doença.

FONTE: Vaccine Care – Clínica de Vacinas Especializada

VACINAS MUDARAM MORTALIDADE NO BRASIL A PARTIR DE 1980

Após o ano de 1980, houve alteração nas causas de mortalidade no País. Os óbitos por doenças infecciosas e parasitárias foram progressivamente substituídas por causas crônicas e degenerativas e externas, ligadas à violência. As doenças que faziam grande número de vítimas até os anos 60, hoje representam a oitava causa de morte no Brasil, com 4,4% dos óbitos.

A redução dos óbitos por doenças transmissíveis encontra explicação nas vacinas, que preveniram doenças diarreicas agudas, esquistossomoses, raiva, doença de chadas e hepatite A, poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche.

 

Vacinas reduziram drasticamente mortes por doenças

transmissíveis

À proporção que as doenças infecciosas caíam e novas vacinas eram desenvolvidas para preveni-las, as mortes por doenças cardiovasculares aumentavam e hoje, ocupam o topo da lista. “A vida está mais moderna, a carga de ocupação é maior e as pessoas estão mais sedentárias. São fatores de risco que predispõem às doenças cardiovasculares”, comenta a cardiologista Denise Matias de Campos.

AVC

 O avanço dos casos de mortes por AVC nos últimos dez anos foi em ritmo mais lento, mas a doença é responsável pela maioria dos óbitos no município. Enquanto os óbitos por pneumonia e acidentes de trânsito cresceram acima dos 60%, os por AVC avançaram 27,5%.

O neurocirurgião Guilherme Cabral de Andrade alerta que só um programa de atenção ao paciente com AVC é capaz de reduzir o índice de mortes. Dentro desse contexto, ele sugere que o município trate melhor as doenças básicas – hipertensão e diabetes –, informe a população sobre os sintomas do AVC, que os médicos dos prontos-socorros estejam aptos a identificar os sintomas da doença e que haja centros de referência de AVC – com tomógrafos, medicamentos e neurologistas – preparados para tratar os doentes.

“Fala-se muito da violência no trânsito, mas como é que o AVC, a doença número em mortes na cidade, não conta com unidade de referência para salvar pacientes?”.

Andrade comenta que o tempo é crucial para evitar a morte e a invalidez dos doentes. O ideal é que o atendimento hospitalar, a partir do primeiro sintoma, seja feito em até seis horas.

Se atendido dentro desse intervalo, o médico tem condição de evitar a morte das células e recuperar o tecido cerebral, reduzindo a mortalidade.

“O atendimento raramente é feito em seis horas porque os sintomas do AVC são inúmeros e o paciente tem dificuldade em associar o que está sentindo a um início de derrame”, diz o médico, citando que a perda de movimentos do braço ou da perna e a dificuldade para falar são os sintomas mais comuns da doença.


Derrame

1.879 pessoas morreram em Maringá vítimas de Acidente Vascular Cerebral entre 2000 e 2010
30% dos pacientes que sofrem  AVC morrem nas  primeiras 24 horas

Fábrica de vacina do Butantã entra em funcionamento

A fábrica de vacina contra influenza do Instituto Butantã, em São Paulo, está finalmente funcionando – embora com pouco mais de 10% da capacidade. Isso significa que, neste ano, parte da população brasileira vai receber a vacina contra a gripe totalmente nacional. Até então, a vacina era importada e apenas envazada pelo instituto.

Anunciada em 2004 e inaugurada em 2007, a fábrica da influenza ainda não tinha conseguido cumprir todas as etapas para disponibilizar a vacina da gripe – o que provocou problemas de abastecimento na última campanha de vacinação. O Butantã pretende entregar de 2 a 6 milhões de doses da vacina tríplice (que inclui o vírus H1N1 e mais dois que estão em circulação) para a campanha deste ano. A fábrica, no entanto, foi projetada para produzir 20 milhões de doses. O Ministério da Saúde informou que pretende adquirir 30 milhões de doses.

O anúncio do funcionamento integral da fábrica foi feito ontem, durante a posse do novo diretor do instituto, o médico imunologista Jorge Kalil Filho. “Vacina é o ato médico mais eficaz que existe. Nesta primavera vamos começar a campanha de vacinação da gripe com doses completamente produzidas aqui.”

Apesar de a fábrica ter sido oficialmente inaugurada em 2007, o superintendente-geral do Butantã, Hernan Chaimovich, diz que não houve atraso para o início da produção. “O que foi inaugurado em 2007 foi o prédio. O processo de fabricação é muito mais complexo, envolve etapas de adequação e de validação. E esse processo demorou três anos. A fábrica está em operação integral desde o fim do ano passado”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado

As seis vacinas que todo adulto deve tomar

Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas. “Faz parte da cultura dos brasileiros achar que vacinação é assunto de criança. Mesmo que esse quadro esteja mudando, os adultos ainda não tratam as vacinas com seriedade”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o indivíduo precisa se vacinar. “As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação”, explica o especialista.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. “No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. Já no caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar”, diz Paulo Olzon.

Vacina dupla tipo adulto – para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.

Vacina Tríplice-viral ? para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. “A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado”, diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 19 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. “Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença”, diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.

Pneumo 23 – Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. “Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23”, diz Paulo Olzon.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde.

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença rem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. “Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte”, explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. “Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos”, explica o infectologista Paulo Olzon.

Vacina contra o influenza (gripe)
A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. “Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar. Mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque, o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam”, diz o especialista.

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.

“Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano”, diz Paulo Olzon.

FONTE: Site Minha Vida
Fernando Menezes

 

Vacina contra o HPV

Já chegaram ao Brasil as vacinas para prevenir a infecção pelo HPV.

464759Há uma centena de tipos de HPV, mas a maioria das infecções é causada por apenas quatro deles. As versões 16 e 18 do vírus são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero. Já os HPV 6 e 11 respondem por 90% das verrugas genitais.

Fabricada pelo laboratório Merck Sharp & Dhome, a Vacina Quadrivalente contra o HPV protege contra quatro tipos do vírus – o 6, 11, 16 e 18 -, que são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo de útero e por 90% das verrugas genitais e está indicada em mulheres entre 9 e 26 anos de idade.

Fabricada pelo laboratório GSK , a Vacina Cervarix, também chamada de Vacina contra HPV oncogênico da GSK, protege contra os vírus 16 e 18. Segundo informações do fabricante, “A vacina demonstrou 100% de eficácia contra as infecções incidentes e persistentes, contra as anormalidades citológicas e o desenvolvimento histológico de NIC associados ao HPV-16 e ao HPV-18.9″ Como a anterior, a idade recomendada da vacinação é a mesma.

Ambos os fabricantes apresentam pesquisas suficientes que mostram uma proteção duradoura nas mulheres vacinadas para o risco de câncer de útero. Solicitamos que entre em contato com seu médico pessoal para saber as vantagens da vacina contra HPV.

Fonte: Clínica de vacinas

 Logo VACCINE CARE